sexta-feira, 23 de julho de 2010
A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA CRISTÃ
Três anos e meio após a morte, ressurreição e ascensão de Jesus, com o apedrejamento de Estevão, no ano 34 d. C., abateu-se uma terrível perseguição sobre os apóstolos e os primeiros cristãos, em Jerusalém. Por esta razão, todos foram dispersos pelas terras da Judéia e Samaria (Atos 8:1) e o Evangelho começou a ser pregado em outros lugares. O Espírito Santo era Quem conduzia e inspirava os seguidores de Cristo na sublime e sobre-humana tarefa de levar a mensagem de salvação ao mundo.
A conversão, no caminho de Damasco, daquele que era o maior perseguidor dos discípulos de Cristo Saulo e que teve o seu nome mudado para Paulo, ficando conhecido como o Apóstolo dos Gentios veio trazer um inestimável reforço na pregação do Evangelho Eterno. Milhares de pessoas aceitavam a fé no Crucificado.
A mensagem central era a salvação eterna, a ser consumada por ocasião da segunda vinda de Jesus, conforme a Sua promessa feita poucos anos antes: Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, Eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se Eu for, e vos preparar lugar virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também (S. João 14:1-3).
A esperança dos seguidores de Cristo era a Sua volta ao mundo, o que, segundo criam, deveria acontecer já em seus dias. Mas não deveria ser assim, conforme Paulo explicou em sua segunda carta aos Tessalonicenses. Muitas coisas deveriam acontecer antes da vinda do Senhor. O Evangelho Eterno seria pervertido e as suas verdades jogadas por terra. Enfim, muitos séculos separavam o seu tempo do retorno do Senhor a este mundo.
Esta mensagem foi-lhes enviada para que não desanimassem, visto que muitos dos irmãos morriam sem testemunhar o cumprimento da promessa e a realização de suas mais acalentadas esperanças.
Paulo escreveu: Ora, irmãos, rogamos-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com Ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição; o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora, de sorte que se assentará como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco? E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera: somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; e então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da Sua boca, e aniquilará pelo esplendor da Sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade (II Tessalonicenses 2:1-12).
Esta mensagem de Paulo esclarece aos seus contemporâneos o equívoco de sua esperança na vinda imediata do Senhor, transferindo esta mesma esperança para um futuro de onde seriam resgatados da sepultura e da morte pela ressurreição, no dia da Sua vinda (1Coríntios 15:23). O apóstolo identifica, sem sombra de dúvidas, o grande poder apóstata que estava para se manifestar, e que seria estabelecido quando fosse removido o obstáculo que impedia a sua ascensão, o que iremos considerar.
Este poder, conforme atestam comentaristas e teólogos católicos, não representa uma única pessoa, mas uma inumerável série de pessoas que, ininterruptamente, ao longo dos séculos, vêm sucessivamente afrontando os Céus. Eis o comentário do PONTIFÍCIO INSTITUTO BÍBLICO DE ROMA, através da Bíblia Sagrada, Edições Paulinas, 1969, ao analisar o texto antes referido: 3.5 O tempo da parousia (segundo advento de Cristo) não é iminente, pois antes devem suceder os sinais precursores, de que Paulo já falara em sua instrução oral. As suas palavras deviam ser claras para os seus destinatários, recordando-se elas de tudo o que fôra ensinado; para nós, ao contrário, são assaz obscuras e quase indecifráveis .
Ora, para estes comentaristas podem ser indecifráveis e obscuras as palavras de Paulo. Para os estudiosos das Sagradas Escrituras e das profecias de Deus, entretanto, estas palavras revestem-se de uma clareza meridiana. Eis a continuação do comentário citado: Antes da segunda vinda haverá uma grande defecção religiosa (conforme Mateus 24:11-13); manifestar- se-á o homem da impiedade, o anticristo, voltado à perdição e causa de perdição para muitos, contrário à lei de Deus e ao próprio Deus e com pretensões de assentar-se no templo de Deus, isto é, ser adorado como Deus. Pela descrição que dele faz o apóstolo, o Anticristo parece ser um indivíduo determinado; para outros seria uma coletividade, uma série ininterrupta, de emissários do demônio, que desde os inícios do Cristianismo o combatem e o combaterão encarniçadamente (p. 1.422, destaques acrescentados).
O comentário está absolutamente certo, neste aspecto, porque quando um papa é eleito ele é investido num cargo vitalício que somente deixa quando morre. Ao ser substituído, seu sucessor dá seqüência à série de pontífices que somente terá termo na vinda de Jesus, quando será destruído, pelo assopro da Sua boca, conforme o texto profético da Palavra de Deus. Continuando: 7-8 A rebelião contra Deus e a luta contra a religião, inspirada pelo espírito das trevas já se iniciou e se vai alargando, mas encontra um impedimento no obstáculo; quando este for retirado, então manifestar-se-á o ímpio. O Senhor Jesus o destruirá com o sopro da Sua boca (Idem, p. 1.423).
Verdadeiramente, este poder apóstata e anticristão lutou encarniçadamente contra o Cristianismo. Usando o seu nome, procurou e quase conseguiu destruir os límpidos princípios do Evangelho Eterno ensinados pelos patriarcas e profetas hebreus, por Jesus Cristo e pelos Seus apóstolos. Somente uma minoria obstinada e fiel, perseguida e martirizada, manteve através dos séculos acesa a chama da verdade de Deus. Estes, perseguidos como hereges, são chamados por Deus através de Sua Palavra de Santos do Altíssimo .
Segundo a História, Em Antioquia foram cunhados dois nomes: o de cristão e o de católico, este último inventado por um escritor local do século II, o mártir Inácio (Grandes Personagens da História Universal, Paulo , Editora Abril, p. 130). As próprias Escrituras confirmam: Em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos (Atos 11:26).
A palavra católico tem a conotação de universal e, figuradamente, de algo correto , perfeito . Ao ser cunhada pela primeira vez referindo-se aos seguidores de Cristo, podia adequar- se perfeitamente aos puros princípios do Cristianismo praticados pelos primeiros cristãos. Era perfeitamente adequado o nome de IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA CRISTÃ, pois identificava uma igreja universal, cujo fundamento era Cristo, de Quem levava o nome, e confiada aos apóstolos, por comissão do próprio Senhor Jesus.
O Evangelho Eterno era pregado com grande poder e os seus frutos eram abundantes. Mas, aos poucos, a pureza apostólica foi dando lugar a um afrouxamento e afastamento dos límpidos ensinamentos de Jesus. Havia passado o primeiro período da igreja Cristã, representado no Apocalipse pela carta à Igreja de Éfeso (Apocalipse 2:7). A partir do imperador Nero a Igreja e seus seguidores foram vítimas de terríveis perseguições e milhares de fiéis testemunhas de Jesus tiveram o seu sangue derramado e pagaram com a própria vida pelo simples fato de ser cristãos.
Segundo o registro histórico, todas as instituições romanas (a justiça, o exército, o senado), a moral, os usos e os costumes estavam impregnados de paganismo. Os cristãos não queimavam incenso ao imperador e se opunham ao modo de vida da maioria, além de se reunirem em secreto, o que era proibido. Por isto, e muito mais, iniciaram-se as perseguições, já no ano 64 d. C., sob o governo de Nero. Outros imperadores, como Domiciano, Trajano, Marco Aurélio, Septímio Severo, Aureliano etc., também perseguiram os cristãos, terminando com Diocleciano, o último imperador romano a empreender feroz perseguição (Processo Histórico..., p. 81).
O sangue dos mártires, no entanto, era como semente fecunda. Por mais que Satanás oprimisse os cristãos, através das perseguições desencadeadas pelos imperadores romanos, mais o seu número aumentava. Foram dez as perseguições contra a Igreja. A mais terrível, e a última, mencionada especificamente na profecia (Apocalipse 2:10), teve a duração de dez anos, através do imperador Diocleciano.
Então, Satanás, conhecendo que a sua estratégia de perseguir não produzia os resultados que desejava, resolveu mudar de tática. A mulher, que representava na profecia a Igreja e esposa de Jesus Cristo, manteve-se fiel debaixo das mais ferozes perseguições, enfrentando os mais cruéis sofrimentos. Sendo impossível dobrá-la pela força, resolveu Satanás tentar conquistá-la pela sedução.Continua....Na Proxima Postagem.....
Marcadores:
A IGREJA CATÓLICA A MERETRIZ DE APOCALIPSE 17
quinta-feira, 22 de julho de 2010
IGREJA CATÓLICA:A MERETRIZ DE APOCALIPSE 17
Mulher Escarlate: símbolo da Igreja Católica descrito em Apocalipse 17A Bíblia descreve a Igreja como sendo uma mulher que deve obedecer o seu marido: Cristo. Porém, a Bíblia descreve 2 mulheres: Uma virtuosa descrita em Apocalipse 12 que simboliza a igreja verdadeira ao longo dos séculos e uma mulher meretriz, prostituta que é símbolo da Igreja Católica Romana
A Bíblia afirma que ela abandonou a Cristo e manteve relações sexuais com os reis da Terra [envolvimento
com política). continua.....na proxima postagem.
A Bíblia afirma que ela abandonou a Cristo e manteve relações sexuais com os reis da Terra [envolvimento
com política). continua.....na proxima postagem.
A Igreja Passará Pela Grande Tribulação?
O embate teórico sobre as teorias pós e pré-tribulacionistas, posições escatológicas que ocupam-se em discutir sobre a relação Grande Tribulação e o Arrebatamento da Igreja, “não descansa em paz”, mas continua vivo, exatamente no estado que deve estar mesmo. Eu não penso que discutir tal temática seja discutir o “sexo dos anjos” porque o Texto Sagrado nos dá pistas claras quanto como será a relação entre os dois eventos já mencionados. O Novo Testamento, a meu ver, é pós-tribulacionsta e essa é a linha teológica que adoto. Eu escrevi dois artigos sobre esse tema, Arrebatamento Pós-Tribulacionista: Uma Exegese de 2 Tessalonicenses 2:1-3 e 2 Tessalonicenses 2:1-3: Uma Pedra no Sapato (?), exatamente com o intuito de expor minhas convicções e de demonstrar, em pequena escala, a debilidade da teoria pré-tribulacionista. Agora, com esse artigo, quero, respeitosamente, dar uma reposta a um irmão e colega de ministério que ao escrever o artigo A Igreja passará pela Grande Tribulação? disse ser essa a [pré-tribulacionista] “escola de interpretação que honra as Escrituras”. Pra ser sincero, foi essa vaidade teológica que me motivou a refutá-lo nesse instante. Buscarei fazer isso demonstrando o quanto é superficial e sofismável a teorização do meu irmão.
No segundo parágrafo de seu texto o autor evoca uma suposta autoridade argumentativa quando “aconselha” os seus leitores a não irem além do que está escrito (1 Co 4:6). É necessário dizer que é exatamente isso o que a escola pré-tribulacionista não faz. Por exemplo, quando os aderentes dessa escola desconsideram ou negligenciam 2 Tessalonicenses 2:1-3 em seu contexto eles vão além do que está escrito em sua teorização e fazem pior, voltam as costas para o princípio da perspicuidade das Escrituras.
A referência de 2 Tessalonicenses 2:1-3 é [um]a chave para a ação hermenêutica do explícito interpretando o implícito. Portanto, não se pode argumentar criteriosa e responsavelmente sobre se o Arrebatamento será pré ou pós-tribulacionista. Tenho notado com frequência como os intérpretes pré-tribulacionistas se esquivam em incluir e articular 2 Tessalonicenses 2:1-3 junto à sua arranjada e impositiva teoria.
No terceiro parágrafo o autor sustenta que “não há dúvidas de que a Igreja será arrebatada antes da Grande Tribulação”. Para fundamentar essa sua assertiva ele destaca 1 Tessalonicenses 1:10 que diz: “e esperardes dos céus a seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira vindoura”. Essa frase em destaque é a que parece fundamentar um arrebatamento pré-tribulacional. Observe que eu disse parace. Na verdade, só usei tal verbo por causa do que passa na cabeça dos pré-tribulacionistas. A rigor, o texto fala do escape de um tipo de ira sem dizer como será esse escape. Se o próprio texto não diz que ação divina produzirá esse livramento qual posição de autoridade ocupa o autor para afirmar que estamos diante de uma base escriturística que depõe favoravelmente a um arrebatamento pré-tribulacional?
O que precisa ser observado aqui com muita seriedade é o saber sobre qual ira está falando o apóstolo Paulo. É sabido que a Grande Tribulação é chamada de ira em Apocalipse 6:16-17. Mas, nem sempre o uso de tal vocábulo no Novo Testamento está vinculado à Grande Tribulação. É o que ocorre com 1Ts 1:10. No capítulo 5:9 Paulo fala novamente do livramento de uma ira, e, nesse caso, ele deixa claro que sua intenção é contrastar a ira da vida eterna: “porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo”. Frequentemente, nos escritos paulinos, a vida eterna é contrastada com a ira(1Ts 2:16; Rm 2:5, 5:9), ou seja, é mais natural e mais saudável, hermenêuticamente falando, compreender que a ira vindoura é a condenação eterna.
Sobre Apocalipse 3:10 e sua expressão “te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” o autor faz um uso da mesma de maneira incorreta e sem aprofundamento, a meu ver.
O contexto histórico fala de uma Igreja que recebe a promessa de um livramento mas que experimenta as raivosas perseguições e agitações sociais do tempo do Império. Ora, como pode ser isso? A promessa de livramento tem que implicar em remoção da situação? Penso que não. Pode-se livrar em meio a. Basta nos lembrarmos das 10 Pragas do Egito e o que não acontecia na terra de Gósen.
Esse texto apocalíptico de maneira alguma decreta um livramento por rapto. Fala de “guardar”, mas isso pode se dar de várias maneiras. Logo, chega a ser perigosa a defesa pré-tribulacionista de um Arrebatamento antes da Grande Tribulação com base em uma promessa objetiva sim, mas nada detalhista quanto à maneira como isso se dará.
No sétimo parágrafo de seu texto o autor diz que os 24 anciãos representam a totalidade da Igreja e que esta, por ser vista no céu antes do primeiro selo ser desatado (Ap 6), não estará na Grande Tribulação. Será?
Primeiramente, precisamos entender quem são esses 24 anciãos. Seriam eles uma representação total dos crentes no céu? Eu tenho dúvidas. Intérpretes como Russel P. Shedd sugerem que tais anciãos podem ser anjos que participam no governo do universo (Sl 89:7,Is 24:23; Ex 24:11). Russel N. Champlin sugere que os mesmos podem ser anjos que representam os 12 patriarcas de Israel e os 12 apóstolos de Cristo. O Comentário Bíblico Vida Nova diz “visto que em 5:8 os anciãos apresentam as orações do povo de Deus e em 4:6-11 são associações aos quatro seres viventes, eles evidentemente devem ser entendidos como seres angelicais exaltados (ênfase minha), adorando e servindo o Criador” (2009, p. 2144). Eu sou simpatizante dessa abordagem que vê os 24 anciãos como anjos e não como vê os pré-tribulacionistas. Vou dar duas razões para isso:
1°) Em 5:11 está escrito: “Vi, e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares”.
Observe que os anciãos junto com os demais seres redundam em um número incalculável de entidades. Em Deuteronômio 7:10 temos a mesma indicação de um número formidável de seres celestias que se assemelha a usada por João. Lá diz: “… milhares de milhares o serviam, e miríade de miríades estavam diante dele…” É muito mais provável que os 24 anciãos sejam uma ordem de seres angelicais que se ajunta a outras ordens para dizer “Digno é o Cordeiro…” (Ap 5:12).
2°) No verso 8 desse mesmo capítulo, encontramos os 24 anciãos, juntamente com os 4 seres viventes, segurando taças repletas das orações dos santos. Aqui entramos em um ponto por demais controverso. É inadmissível, pelo menos é assim que pensa a maioria esmagadora dos evangélicos, que seres humanos atuem no céu como mediadores de pessoas daqui da terra. O fato dos 24 anciãosestarem com “taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos” aponta para uma mediação em favor desses últimos. Como o pré-tribulacionismo resolve essa questão? Se os 24 anciãos tratam da Igreja no céu, como pode ela ser mediadora em favor dos que estão na terra? Esse é um papel da Igreja arrebatada?
Por outro lado, a pergunta pode ser feita a mim mesmo quanto ser ou não esse um papel angelical visto que sou favorável à compreensão de serem os 24 anciãos uma categoria angelical. Respondo a essa indagação silenciando-me, pois para mim estou diante de um mistério. Hebreus 1:14 e Apocalipse 8:3 poderiam dizer alguma coisa? Não sei.
O fato é que a articulação de textos (Ap 6 – 4 – 5) não prova nada do que pretende o autor do texto que hora contesto. Ele trata como líquida e certa uma questão que quando observada em seu contexto mediato parece dizer exatamente o contrário do que ele diz.
Um outro pecado interpretativo podemos encontrar no oitavo parágrafo.
Nele, o autor faz distinção entre os santos perseguidos na Grande Tribulação e mortos pelo anticristo e a Igreja. Quem são esses santos perseguidos (Ap 13:7, 15)? Em uma conta superficial que fiz cheguei ao número de 50 referências neotestamentárias onde os crentes e a Igreja são denominados de santos. Há muito mais, pois minha contagem não foi exaustiva. Por que razão em Apocalipse pós-capítulo 4 os designados santos não são a Igreja? Só porque até certo ponto no Apocalipse não aparece mais a palavra Igreja? Só porque assim fica mais fácil remover a Igreja da Grande Tribulação? Isso é primar por uma boa hermenêutica? Isso seria honrar as Escrituras?
Uma ponto que parece estar esquecido quando se diz que aqueles mártires santos não são os santos-Igreja é que, historicamente, os santos dos quais fala João eram os santos-Igreja de seu tempo que penaram debaixo da mão de ferro de cruéis imperadores romanos como Trajano. Profeticamente, estamos diante do mesmo “tipo” de santos, pois não há nada que subsidie de maneira irretorquível o contrário. Dizer que esses santos não são a Igreja não Arrebatada não passa de uma imposição acadêmica sobre o Texto.
Tudo o que é dito nos parágrafos 9, 10 e 11 do artigo que hora analiso de alguma maneira já foi rebatido anteriormente.
Mas, chegando no parágrafo seguinte, encontramos referência à 2 epístola aos Tessalonicenses e, mais uma vez, temos um total descaso para com a passagem de 2:1-3 [leia2 Tessalonicenses 2:1-3: Uma Pedra no Sapato (?)]. Ele faz uma citação dos versículos 6-8 e, de maneira subjetiva, afirma, assim como fez com os textos anteriores, que ela é uma atestação de que a Igreja não estará no período da Grande Tribulação. O fato é que, no contexto imediato, 2 Tessalonicenses 2 diz exatamente o oposto.
Sobre “o que o detém [detém o anticristo]” acredito que essa seja uma referência ao Espírito Santo como um restringidor. A maneira como Ele franqueará a passagem para o anticristo não é revelada no texto. Apenas por dedução pode-se dizer que isso se dará pelo Arrebatamento da Igreja com a qual Ele “sairá” da terra. Mas escatologia não pode ser pensada por dedução como faz constantemente os pré-tribulacionistas. Ela já é complexa em muitos pontos e ainda alguns intérpretes se aventuram pelo campo da “advinhação”.
Uma proposta alternativa perfeitamente cabível para se tentar pensar como se dará essa abertura é dizendo que sem “sair” da terra junto com a Igreja o Espírito Santo deixará de ser um restringidor para que o anticristo inicie sua ação contra os santos. Uma porta trancada que impede o ladrão de entrar em uma casa não precisa ser removida das dobradiças para que isso ocorra, basta que o proprietário da casa, caso queira, a destranque.
Concluindo, o que mais encontramos no texto que diz “honrar as Escrituras” são deduções. Elementos estranhos aos Textos são impostos a eles, a meu ver. Uma confusa conexão de textos evidencia-se ao longo do artigo preterido por mim. Pela perspicuidade das Escrituras e pela analogia da fé é muito mais fácil se chegar à solidez da posição pós-tribulacionista do que chegar a insensatez da posição pré-tribulacionista.
Quantos podem glorificar a Deus por isso?continua.....na proxima postagem.
No segundo parágrafo de seu texto o autor evoca uma suposta autoridade argumentativa quando “aconselha” os seus leitores a não irem além do que está escrito (1 Co 4:6). É necessário dizer que é exatamente isso o que a escola pré-tribulacionista não faz. Por exemplo, quando os aderentes dessa escola desconsideram ou negligenciam 2 Tessalonicenses 2:1-3 em seu contexto eles vão além do que está escrito em sua teorização e fazem pior, voltam as costas para o princípio da perspicuidade das Escrituras.
A referência de 2 Tessalonicenses 2:1-3 é [um]a chave para a ação hermenêutica do explícito interpretando o implícito. Portanto, não se pode argumentar criteriosa e responsavelmente sobre se o Arrebatamento será pré ou pós-tribulacionista. Tenho notado com frequência como os intérpretes pré-tribulacionistas se esquivam em incluir e articular 2 Tessalonicenses 2:1-3 junto à sua arranjada e impositiva teoria.
No terceiro parágrafo o autor sustenta que “não há dúvidas de que a Igreja será arrebatada antes da Grande Tribulação”. Para fundamentar essa sua assertiva ele destaca 1 Tessalonicenses 1:10 que diz: “e esperardes dos céus a seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira vindoura”. Essa frase em destaque é a que parece fundamentar um arrebatamento pré-tribulacional. Observe que eu disse parace. Na verdade, só usei tal verbo por causa do que passa na cabeça dos pré-tribulacionistas. A rigor, o texto fala do escape de um tipo de ira sem dizer como será esse escape. Se o próprio texto não diz que ação divina produzirá esse livramento qual posição de autoridade ocupa o autor para afirmar que estamos diante de uma base escriturística que depõe favoravelmente a um arrebatamento pré-tribulacional?
O que precisa ser observado aqui com muita seriedade é o saber sobre qual ira está falando o apóstolo Paulo. É sabido que a Grande Tribulação é chamada de ira em Apocalipse 6:16-17. Mas, nem sempre o uso de tal vocábulo no Novo Testamento está vinculado à Grande Tribulação. É o que ocorre com 1Ts 1:10. No capítulo 5:9 Paulo fala novamente do livramento de uma ira, e, nesse caso, ele deixa claro que sua intenção é contrastar a ira da vida eterna: “porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo”. Frequentemente, nos escritos paulinos, a vida eterna é contrastada com a ira(1Ts 2:16; Rm 2:5, 5:9), ou seja, é mais natural e mais saudável, hermenêuticamente falando, compreender que a ira vindoura é a condenação eterna.
Sobre Apocalipse 3:10 e sua expressão “te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” o autor faz um uso da mesma de maneira incorreta e sem aprofundamento, a meu ver.
O contexto histórico fala de uma Igreja que recebe a promessa de um livramento mas que experimenta as raivosas perseguições e agitações sociais do tempo do Império. Ora, como pode ser isso? A promessa de livramento tem que implicar em remoção da situação? Penso que não. Pode-se livrar em meio a. Basta nos lembrarmos das 10 Pragas do Egito e o que não acontecia na terra de Gósen.
Esse texto apocalíptico de maneira alguma decreta um livramento por rapto. Fala de “guardar”, mas isso pode se dar de várias maneiras. Logo, chega a ser perigosa a defesa pré-tribulacionista de um Arrebatamento antes da Grande Tribulação com base em uma promessa objetiva sim, mas nada detalhista quanto à maneira como isso se dará.
No sétimo parágrafo de seu texto o autor diz que os 24 anciãos representam a totalidade da Igreja e que esta, por ser vista no céu antes do primeiro selo ser desatado (Ap 6), não estará na Grande Tribulação. Será?
Primeiramente, precisamos entender quem são esses 24 anciãos. Seriam eles uma representação total dos crentes no céu? Eu tenho dúvidas. Intérpretes como Russel P. Shedd sugerem que tais anciãos podem ser anjos que participam no governo do universo (Sl 89:7,Is 24:23; Ex 24:11). Russel N. Champlin sugere que os mesmos podem ser anjos que representam os 12 patriarcas de Israel e os 12 apóstolos de Cristo. O Comentário Bíblico Vida Nova diz “visto que em 5:8 os anciãos apresentam as orações do povo de Deus e em 4:6-11 são associações aos quatro seres viventes, eles evidentemente devem ser entendidos como seres angelicais exaltados (ênfase minha), adorando e servindo o Criador” (2009, p. 2144). Eu sou simpatizante dessa abordagem que vê os 24 anciãos como anjos e não como vê os pré-tribulacionistas. Vou dar duas razões para isso:
1°) Em 5:11 está escrito: “Vi, e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares”.
Observe que os anciãos junto com os demais seres redundam em um número incalculável de entidades. Em Deuteronômio 7:10 temos a mesma indicação de um número formidável de seres celestias que se assemelha a usada por João. Lá diz: “… milhares de milhares o serviam, e miríade de miríades estavam diante dele…” É muito mais provável que os 24 anciãos sejam uma ordem de seres angelicais que se ajunta a outras ordens para dizer “Digno é o Cordeiro…” (Ap 5:12).
2°) No verso 8 desse mesmo capítulo, encontramos os 24 anciãos, juntamente com os 4 seres viventes, segurando taças repletas das orações dos santos. Aqui entramos em um ponto por demais controverso. É inadmissível, pelo menos é assim que pensa a maioria esmagadora dos evangélicos, que seres humanos atuem no céu como mediadores de pessoas daqui da terra. O fato dos 24 anciãosestarem com “taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos” aponta para uma mediação em favor desses últimos. Como o pré-tribulacionismo resolve essa questão? Se os 24 anciãos tratam da Igreja no céu, como pode ela ser mediadora em favor dos que estão na terra? Esse é um papel da Igreja arrebatada?
Por outro lado, a pergunta pode ser feita a mim mesmo quanto ser ou não esse um papel angelical visto que sou favorável à compreensão de serem os 24 anciãos uma categoria angelical. Respondo a essa indagação silenciando-me, pois para mim estou diante de um mistério. Hebreus 1:14 e Apocalipse 8:3 poderiam dizer alguma coisa? Não sei.
O fato é que a articulação de textos (Ap 6 – 4 – 5) não prova nada do que pretende o autor do texto que hora contesto. Ele trata como líquida e certa uma questão que quando observada em seu contexto mediato parece dizer exatamente o contrário do que ele diz.
Um outro pecado interpretativo podemos encontrar no oitavo parágrafo.
Nele, o autor faz distinção entre os santos perseguidos na Grande Tribulação e mortos pelo anticristo e a Igreja. Quem são esses santos perseguidos (Ap 13:7, 15)? Em uma conta superficial que fiz cheguei ao número de 50 referências neotestamentárias onde os crentes e a Igreja são denominados de santos. Há muito mais, pois minha contagem não foi exaustiva. Por que razão em Apocalipse pós-capítulo 4 os designados santos não são a Igreja? Só porque até certo ponto no Apocalipse não aparece mais a palavra Igreja? Só porque assim fica mais fácil remover a Igreja da Grande Tribulação? Isso é primar por uma boa hermenêutica? Isso seria honrar as Escrituras?
Uma ponto que parece estar esquecido quando se diz que aqueles mártires santos não são os santos-Igreja é que, historicamente, os santos dos quais fala João eram os santos-Igreja de seu tempo que penaram debaixo da mão de ferro de cruéis imperadores romanos como Trajano. Profeticamente, estamos diante do mesmo “tipo” de santos, pois não há nada que subsidie de maneira irretorquível o contrário. Dizer que esses santos não são a Igreja não Arrebatada não passa de uma imposição acadêmica sobre o Texto.
Tudo o que é dito nos parágrafos 9, 10 e 11 do artigo que hora analiso de alguma maneira já foi rebatido anteriormente.
Mas, chegando no parágrafo seguinte, encontramos referência à 2 epístola aos Tessalonicenses e, mais uma vez, temos um total descaso para com a passagem de 2:1-3 [leia2 Tessalonicenses 2:1-3: Uma Pedra no Sapato (?)]. Ele faz uma citação dos versículos 6-8 e, de maneira subjetiva, afirma, assim como fez com os textos anteriores, que ela é uma atestação de que a Igreja não estará no período da Grande Tribulação. O fato é que, no contexto imediato, 2 Tessalonicenses 2 diz exatamente o oposto.
Sobre “o que o detém [detém o anticristo]” acredito que essa seja uma referência ao Espírito Santo como um restringidor. A maneira como Ele franqueará a passagem para o anticristo não é revelada no texto. Apenas por dedução pode-se dizer que isso se dará pelo Arrebatamento da Igreja com a qual Ele “sairá” da terra. Mas escatologia não pode ser pensada por dedução como faz constantemente os pré-tribulacionistas. Ela já é complexa em muitos pontos e ainda alguns intérpretes se aventuram pelo campo da “advinhação”.
Uma proposta alternativa perfeitamente cabível para se tentar pensar como se dará essa abertura é dizendo que sem “sair” da terra junto com a Igreja o Espírito Santo deixará de ser um restringidor para que o anticristo inicie sua ação contra os santos. Uma porta trancada que impede o ladrão de entrar em uma casa não precisa ser removida das dobradiças para que isso ocorra, basta que o proprietário da casa, caso queira, a destranque.
Concluindo, o que mais encontramos no texto que diz “honrar as Escrituras” são deduções. Elementos estranhos aos Textos são impostos a eles, a meu ver. Uma confusa conexão de textos evidencia-se ao longo do artigo preterido por mim. Pela perspicuidade das Escrituras e pela analogia da fé é muito mais fácil se chegar à solidez da posição pós-tribulacionista do que chegar a insensatez da posição pré-tribulacionista.
Quantos podem glorificar a Deus por isso?continua.....na proxima postagem.
Marcadores:
A GRANDE TRIBULAÇAO(ESTUDO)
"A VERDADE SOBRE:A GRANDE TRIBULAÇÃO"
Quase todo mundo já passou por tempos turbulentos e traumáticos, durante os quais experimentou muita incerteza ou talvez até grande dor e tristeza. Estes tempos geralmente são períodos de crise individual, familiar ou mesmo nacional, em que todo recurso pessoal, físico e emocional é utilizado para superar os problemas. Angústia, tristeza, perseguição, tragédia, catástrofe, fome, guerra e incertezas são dinâmicas muito reais no dia-a-dia e nas notícias. Mas, segundo a Bíblia, haverá um tempo futuro de angústia ainda maior conhecido como "Tribulação". Essa era virá depois do Arrebatamento da Igreja e será o pior período de sofrimento que o mundo já experimentou. Ela será o maior "choque do futuro".
Os especuladores econômicos de Wall Street geralmente são divididos em otimistas e pessimistas (chamados de "touros" e "ursos"), conforme sua "interpretação" dos indicadores e das tendências econômicas. Da mesma forma, intérpretes da Bíblia podem ler suas passagens proféticas e entender grande parte do plano de Deus para o futuro. A diferença é que, através do estudo da profecia com cuidado e oração, a maior parte da especulação pode ser eliminada. Ao contrário dos mercados futuros, o plano de Deus é claro e certo. Acreditar no Arrebatamento implica que os crentes devem ser pessimistas e apáticos? Evidentemente que não! Devemos ser realistas e vigilantes. Somos realistas com relação ao futuro e esperamos a vinda do Senhor Jesus Cristo para Sua Igreja. Mas também reconhecemos que depois do Arrebatamento haverá um tempo de intensa Tribulação mundial.
A Bíblia fala mais sobre esses sete anos do que sobre qualquer outro período de tempo profético. Durante esses sete anos, o Anticristo surgirá, haverá perseguição aos novos crentes e ao povo judeu, e a grande batalha de Armagedom e a Segunda Vinda de Cristo acontecerão.
O Novo Testamento nos ensina que a atual era da Igreja também incluirá provações e tribulações. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16.33). O apóstolo Paulo advertiu: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3.12). Mas a perseguição do mundo contra a Igreja nesta era não é a ira de Deus. A tribulação futura será um tempo de castigo de Deus sobre o mundo que rejeitou a Cristo – um tempo do qual a Igreja será livrada como o nosso Senhor prometeu (Apocalipse 3.10; 1 Tessalonicenses 1.10; 5.9).
Os crentes podem viver diariamente com a certeza de que a história humana terminará com Jesus Cristo como o Vencedor. O futuro é certo. Mas Jesus disse aos Seus discípulos que antes da vitória final "haverá Grande Tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais" (Mateus 24.21). Na sua intensidade e agonia, essa época será infeliz e indesejável. Mas foi previsto que ela vai acontecer e está descrito como ela será. A Bíblia diz que ela será trágica, mas real. [...]
Qual a relação entre "o tempo da ira de Deus" e a Tribulação?
Já que a Bíblia usa muitos termos para descrever uma variedade de atividades associadas ao julgamento de Deus durante a Tribulação, e já que "Tribulação" e "ira de Deus" às vezes são usadas para referir-se ao mesmo período de tempo (i.e., a Tribulação de sete anos), conclui-se que o tempo da ira de Deus acontece durante a Tribulação.
A base bíblica para essa conclusão pode ser oferecida da seguinte maneira: Deuteronômio 4.30 descreve esse período do fim dos tempos como tempo de tribulação. Sofonias 1.15 chama o mesmo dia "de alvoroço e desolação" (i.e., tribulação) e de "dia da ira". Os autores do Novo Testamento tomam esse termo do Antigo Testamento e usam-no como característica geral do que denominamos de período de sete anos da Tribulação, já que é um tempo em que a ira acumulada de Deus é liberada sobre a história humana e traz retribuição a um mundo que rejeitou a Cristo, mundo que será motivado por Satanás a perseguir crentes e judeus (Romanos 2.5; 5.9; Colossenses 3.6; Apocalipse 14.10, 19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15).
Por exemplo, Romanos 2.5 diz: "Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus".
Portanto, vemos que a Bíblia diz que o que acontece com a humanidade na Tribulação será motivado pela ira de Deus, que está se acumulando durante a atual era da graça. [...]
Qual a relação entre "o tempo de angústia para Jacó" e a Tribulação?
A frase "tempo de angústia para Jacó" vem da profecia encontrada em Jeremias 30.5-7: "Assim diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor e de temor e não de paz. Perguntai, pois, e vede, se acaso, um homem tem dores de parto. Por que vejo, pois, a cada homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que é grande aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela".
Nessa passagem o profeta Jeremias fala de um tempo ainda futuro quando grande angústia ou tribulação virá sobre todo o Israel, que é simbolicamente denominado de "Jacó". Esse tempo é a Tribulação futura, ou um evento passado? É melhor interpretar esse tempo de angústia como algo que ainda é futuro para Israel – um tempo conhecido como a septuagésima semana de Daniel ou a Tribulação. O expositor bíblico e estudioso de profecia Dr. Charles H. Dyer escreve sobre essa passagem e seu significado:
A que "tempo de angústia" Jeremias está se referindo? Alguns acham que ele está indicando a derrota de Judá pela Babilônia ou a derrota posterior da Babilônia pela Medo-Pérsia. Mas, em ambos esses períodos o Reino do Norte, Israel, não foi afetado. Ele já tinha sido levado ao cativeiro (em 722 a.C.). Uma solução melhor é que Jeremias está referindo-se a um período de tribulação futuro quando o remanescente de Israel e Judá sofrerá uma perseguição incomparável (Daniel 9.27; 12.1; Mateus 24.15-22). O período terminará quando Cristo aparecer para resgatar os Seus eleitos (Romanos 11.26) e estabelecer Seu reino (Mateus 24.30-31; 25.31-46; Apocalipse 19.11-21; 20.4-6).[1]
Portanto, o tempo de angústia para Jacó enfatiza o aspecto da Tribulação futura que expressa a dificuldade pela qual os judeus ou descendentes de Jacó passarão durante esse período. [...]
Por que a Tribulação é Importante?
A Tribulação é importante para os crentes hoje por várias razões. Em primeiro lugar, o estudo da Palavra de Deus é sempre importante, e deve ser feito com cuidado. Independentemente do tipo de passagens estudadas, sejam sobre aliança ou cronologia, poesia, parábola, ou profecia, todas devem ser estudadas e aplicadas diligentemente. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra" (2 Timóteo 3.16-17). A Tribulação é importante porque é ensinada na Bíblia.
Em segundo lugar, a Tribulação é importante porque, de certa forma, Satanás é desmascarado e vemos suas verdadeiras intenções e motivações. Essa compreensão do seu plano, se aplicada corretamente, pode ajudar o crente hoje na batalha espiritual.
Por exemplo, vemos que durante a Tribulação, Satanás usa a religião como um caminho falso e enganador. Isso é uma advertência para nós hoje.
Em terceiro lugar, a Tribulação é importante para nós porque grande parte do que vemos hoje e vimos no passado é uma preparação para o que virá. Por exemplo, o impulso atual para a globalização não pode surpreender aqueles que estão cientes do que a Bíblia ensina sobre o futuro. Porque nosso Deus Soberano ordenou anteriormente esses eventos, devemos nos confortar com o fato de que Ele está no controle. Esse tempo futuro de intensa maldade é a manifestação máxima da natureza pecaminosa da humanidade conjugada ao plano rebelde de Satanás. Mas ambos serão levados a julgamento por parte de um Deus justo e onipotente.
Conclusão
A história humana está cheia de tragédias e desespero pessoal, nacional e internacional. Em cada século, em cada império e em cada era houve manifestações do pecado original, da queda e da atividade satânica. As passagens da profecia bíblica (e outras passagens da Bíblia) ensinam claramente que o futuro trará um período específico de trauma e de tragédia extremos, durante o qual o terror e a tribulação serão intensos e internacionais. Essa era durará sete anos e, depois da batalha de Armagedom, culminará na Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo para estabelecer Seu reino milenar na terra. Nós acreditamos que essa era de Tribulação, cheia de destruição e perseguição, acontecerá depois do Arrebatamento da Igreja. Isto, porém, não isenta os crentes de hoje das suas responsabilidade diárias, do evangelismo, do discipulado e da vida santificada. A tribulação é certa, mas a vitória também é. Com relação à Tribulação, não devemos nos preocupar em como será a vida naqueles dias, mas sim, em como está a nossa vida hoje em dia. "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5.15-16). (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Os especuladores econômicos de Wall Street geralmente são divididos em otimistas e pessimistas (chamados de "touros" e "ursos"), conforme sua "interpretação" dos indicadores e das tendências econômicas. Da mesma forma, intérpretes da Bíblia podem ler suas passagens proféticas e entender grande parte do plano de Deus para o futuro. A diferença é que, através do estudo da profecia com cuidado e oração, a maior parte da especulação pode ser eliminada. Ao contrário dos mercados futuros, o plano de Deus é claro e certo. Acreditar no Arrebatamento implica que os crentes devem ser pessimistas e apáticos? Evidentemente que não! Devemos ser realistas e vigilantes. Somos realistas com relação ao futuro e esperamos a vinda do Senhor Jesus Cristo para Sua Igreja. Mas também reconhecemos que depois do Arrebatamento haverá um tempo de intensa Tribulação mundial.
A Bíblia fala mais sobre esses sete anos do que sobre qualquer outro período de tempo profético. Durante esses sete anos, o Anticristo surgirá, haverá perseguição aos novos crentes e ao povo judeu, e a grande batalha de Armagedom e a Segunda Vinda de Cristo acontecerão.
O Novo Testamento nos ensina que a atual era da Igreja também incluirá provações e tribulações. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16.33). O apóstolo Paulo advertiu: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3.12). Mas a perseguição do mundo contra a Igreja nesta era não é a ira de Deus. A tribulação futura será um tempo de castigo de Deus sobre o mundo que rejeitou a Cristo – um tempo do qual a Igreja será livrada como o nosso Senhor prometeu (Apocalipse 3.10; 1 Tessalonicenses 1.10; 5.9).
Os crentes podem viver diariamente com a certeza de que a história humana terminará com Jesus Cristo como o Vencedor. O futuro é certo. Mas Jesus disse aos Seus discípulos que antes da vitória final "haverá Grande Tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais" (Mateus 24.21). Na sua intensidade e agonia, essa época será infeliz e indesejável. Mas foi previsto que ela vai acontecer e está descrito como ela será. A Bíblia diz que ela será trágica, mas real. [...]
Qual a relação entre "o tempo da ira de Deus" e a Tribulação?
Já que a Bíblia usa muitos termos para descrever uma variedade de atividades associadas ao julgamento de Deus durante a Tribulação, e já que "Tribulação" e "ira de Deus" às vezes são usadas para referir-se ao mesmo período de tempo (i.e., a Tribulação de sete anos), conclui-se que o tempo da ira de Deus acontece durante a Tribulação.
A base bíblica para essa conclusão pode ser oferecida da seguinte maneira: Deuteronômio 4.30 descreve esse período do fim dos tempos como tempo de tribulação. Sofonias 1.15 chama o mesmo dia "de alvoroço e desolação" (i.e., tribulação) e de "dia da ira". Os autores do Novo Testamento tomam esse termo do Antigo Testamento e usam-no como característica geral do que denominamos de período de sete anos da Tribulação, já que é um tempo em que a ira acumulada de Deus é liberada sobre a história humana e traz retribuição a um mundo que rejeitou a Cristo, mundo que será motivado por Satanás a perseguir crentes e judeus (Romanos 2.5; 5.9; Colossenses 3.6; Apocalipse 14.10, 19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15).
Por exemplo, Romanos 2.5 diz: "Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus".
Portanto, vemos que a Bíblia diz que o que acontece com a humanidade na Tribulação será motivado pela ira de Deus, que está se acumulando durante a atual era da graça. [...]
Qual a relação entre "o tempo de angústia para Jacó" e a Tribulação?
A frase "tempo de angústia para Jacó" vem da profecia encontrada em Jeremias 30.5-7: "Assim diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor e de temor e não de paz. Perguntai, pois, e vede, se acaso, um homem tem dores de parto. Por que vejo, pois, a cada homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que é grande aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela".
Nessa passagem o profeta Jeremias fala de um tempo ainda futuro quando grande angústia ou tribulação virá sobre todo o Israel, que é simbolicamente denominado de "Jacó". Esse tempo é a Tribulação futura, ou um evento passado? É melhor interpretar esse tempo de angústia como algo que ainda é futuro para Israel – um tempo conhecido como a septuagésima semana de Daniel ou a Tribulação. O expositor bíblico e estudioso de profecia Dr. Charles H. Dyer escreve sobre essa passagem e seu significado:
A que "tempo de angústia" Jeremias está se referindo? Alguns acham que ele está indicando a derrota de Judá pela Babilônia ou a derrota posterior da Babilônia pela Medo-Pérsia. Mas, em ambos esses períodos o Reino do Norte, Israel, não foi afetado. Ele já tinha sido levado ao cativeiro (em 722 a.C.). Uma solução melhor é que Jeremias está referindo-se a um período de tribulação futuro quando o remanescente de Israel e Judá sofrerá uma perseguição incomparável (Daniel 9.27; 12.1; Mateus 24.15-22). O período terminará quando Cristo aparecer para resgatar os Seus eleitos (Romanos 11.26) e estabelecer Seu reino (Mateus 24.30-31; 25.31-46; Apocalipse 19.11-21; 20.4-6).[1]
Portanto, o tempo de angústia para Jacó enfatiza o aspecto da Tribulação futura que expressa a dificuldade pela qual os judeus ou descendentes de Jacó passarão durante esse período. [...]
Por que a Tribulação é Importante?
A Tribulação é importante para os crentes hoje por várias razões. Em primeiro lugar, o estudo da Palavra de Deus é sempre importante, e deve ser feito com cuidado. Independentemente do tipo de passagens estudadas, sejam sobre aliança ou cronologia, poesia, parábola, ou profecia, todas devem ser estudadas e aplicadas diligentemente. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra" (2 Timóteo 3.16-17). A Tribulação é importante porque é ensinada na Bíblia.
Em segundo lugar, a Tribulação é importante porque, de certa forma, Satanás é desmascarado e vemos suas verdadeiras intenções e motivações. Essa compreensão do seu plano, se aplicada corretamente, pode ajudar o crente hoje na batalha espiritual.
Por exemplo, vemos que durante a Tribulação, Satanás usa a religião como um caminho falso e enganador. Isso é uma advertência para nós hoje.
Em terceiro lugar, a Tribulação é importante para nós porque grande parte do que vemos hoje e vimos no passado é uma preparação para o que virá. Por exemplo, o impulso atual para a globalização não pode surpreender aqueles que estão cientes do que a Bíblia ensina sobre o futuro. Porque nosso Deus Soberano ordenou anteriormente esses eventos, devemos nos confortar com o fato de que Ele está no controle. Esse tempo futuro de intensa maldade é a manifestação máxima da natureza pecaminosa da humanidade conjugada ao plano rebelde de Satanás. Mas ambos serão levados a julgamento por parte de um Deus justo e onipotente.
Conclusão
A história humana está cheia de tragédias e desespero pessoal, nacional e internacional. Em cada século, em cada império e em cada era houve manifestações do pecado original, da queda e da atividade satânica. As passagens da profecia bíblica (e outras passagens da Bíblia) ensinam claramente que o futuro trará um período específico de trauma e de tragédia extremos, durante o qual o terror e a tribulação serão intensos e internacionais. Essa era durará sete anos e, depois da batalha de Armagedom, culminará na Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo para estabelecer Seu reino milenar na terra. Nós acreditamos que essa era de Tribulação, cheia de destruição e perseguição, acontecerá depois do Arrebatamento da Igreja. Isto, porém, não isenta os crentes de hoje das suas responsabilidade diárias, do evangelismo, do discipulado e da vida santificada. A tribulação é certa, mas a vitória também é. Com relação à Tribulação, não devemos nos preocupar em como será a vida naqueles dias, mas sim, em como está a nossa vida hoje em dia. "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5.15-16). (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Marcadores:
A VERDADE SOBRE A GRANDE TRIBULAÇÃO
Quando vai começar a Grande Tribulação?
O Que a Bíblia Diz?
Quando vai começar a Grande Tribulação?
A Grande Tribulação. Um período de sofrimento e horror. Muitos pregadores hoje dizem que os fiéis serão arrebatados e as outras pessoas terão que passar por terrível sofrimento durante um período de sete anos conhecido como "A Grande Tribulação".
Você já encontrou tudo isso na Bíblia? As palavras "arrebatados" e "grande tribulação" se encontram lá, mas não da maneira que muitas pessoas pregam hoje. Vamos considerar o ensinamento bíblico sobre a grande tribulação.
A palavra "tribulação" aparece 43 vezes na Bíblia (ARA2) e tem o sentido de sofrimento, opressão e perseguição. É usada em muitos contextos diferentes para descrever diversos tipos de agonia. A frase "grande tribulação" se encontra apenas quatro vezes nas Escrituras (ARA2). Ao invés de elaborar uma doutrina bem definida de um período que segue o "arrebatamento" e traz angustia sobre os que ficam na terra, a Bíblia usa a expressão "grande tribulação" para descrever coisas diferentes. Considere as passagens:
Mateus 24:21 fala sobre o sofrimento que aconteceu na destruição de Jerusalém em 70 d.C. A profecia foi cumprida naquela geração (Mateus 24:34).
Atos 7:11 usa essas palavras quando cita a grande fome da época de Jacó. Os detalhes históricos se encontram em Gênesis, capítulos 41 a 46.
A grande tribulação de Apocalipse 2:2 é o castigo que Deus prometeu aos cristãos em Tiatira que toleravam a imoralidade de Jezabel.
Apocalipse 7:14 faz parte de uma visão consoladora que foi revelada a João para confortar os cristãos perseguidos. A mensagem dessa visão, e do livro no qual ela se encontra, foi escrita para assegurar os perseguidos no primeiro século que receberiam a recompensa depois do sofrimento.
Sofrimento e perseguição podem acontecer em qualquer lugar e a qualquer hora, mas nenhuma destas passagens fala de um período futuro de grande tribulação. A doutrina popular que haverá sete anos de Grande Tribulação vem da imaginação de homens hábeis em tirar versículos do seu contexto para defender suas idéias. A Bíblia não ensina tal doutrina.
Ao invés de nos preocupar com predições do arrebatamento e da Grande Tribulação, devemos nos preparar para a volta de Jesus, que virá como ladrão (2 Pedro 3:10).
Quando vai começar a Grande Tribulação?
A Grande Tribulação. Um período de sofrimento e horror. Muitos pregadores hoje dizem que os fiéis serão arrebatados e as outras pessoas terão que passar por terrível sofrimento durante um período de sete anos conhecido como "A Grande Tribulação".
Você já encontrou tudo isso na Bíblia? As palavras "arrebatados" e "grande tribulação" se encontram lá, mas não da maneira que muitas pessoas pregam hoje. Vamos considerar o ensinamento bíblico sobre a grande tribulação.
A palavra "tribulação" aparece 43 vezes na Bíblia (ARA2) e tem o sentido de sofrimento, opressão e perseguição. É usada em muitos contextos diferentes para descrever diversos tipos de agonia. A frase "grande tribulação" se encontra apenas quatro vezes nas Escrituras (ARA2). Ao invés de elaborar uma doutrina bem definida de um período que segue o "arrebatamento" e traz angustia sobre os que ficam na terra, a Bíblia usa a expressão "grande tribulação" para descrever coisas diferentes. Considere as passagens:
Mateus 24:21 fala sobre o sofrimento que aconteceu na destruição de Jerusalém em 70 d.C. A profecia foi cumprida naquela geração (Mateus 24:34).
Atos 7:11 usa essas palavras quando cita a grande fome da época de Jacó. Os detalhes históricos se encontram em Gênesis, capítulos 41 a 46.
A grande tribulação de Apocalipse 2:2 é o castigo que Deus prometeu aos cristãos em Tiatira que toleravam a imoralidade de Jezabel.
Apocalipse 7:14 faz parte de uma visão consoladora que foi revelada a João para confortar os cristãos perseguidos. A mensagem dessa visão, e do livro no qual ela se encontra, foi escrita para assegurar os perseguidos no primeiro século que receberiam a recompensa depois do sofrimento.
Sofrimento e perseguição podem acontecer em qualquer lugar e a qualquer hora, mas nenhuma destas passagens fala de um período futuro de grande tribulação. A doutrina popular que haverá sete anos de Grande Tribulação vem da imaginação de homens hábeis em tirar versículos do seu contexto para defender suas idéias. A Bíblia não ensina tal doutrina.
Ao invés de nos preocupar com predições do arrebatamento e da Grande Tribulação, devemos nos preparar para a volta de Jesus, que virá como ladrão (2 Pedro 3:10).
Marcadores:
A GRANDE TRIBULAÇAO(ESTUDO)
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A MARCA DA BESTA(ESTUDO SOBRE A MARCA DA BESTA)
(Criada a Tecnologia Para a Implementação da Marca da Besta
Recursos úteis para sua maior compreensão
Um dos mais certos sinais que a Era do Anticristo e do seu Falso Profeta religioso está próxima é a Marca da Besta. Chocados, vemos que os detalhes tecnológicos foram solucionados e que a etapa de condicionar as pessoas para receberem a marca já está acontecendo. Espere até ver a foto condicionadora!
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma
Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"
Resumo da Notícia: "Preocupação com os implantes de microcircuitos: Nova tecnologia sendo colocada sob a pele de algumas pessoas", John E. Dougherty, 1999, WorldNetDaily http://www.worldnetdaily.com/bluesky_dougherty/19990730_xnjdo_concern_ov.shtml.
Antes de começarmos a estudar essa notícia inacreditável, vamos rever a profecia bíblica que torna essa notícia tão chocante. Creio ser altamente possível, diria até provável — que mais de 90% das pessoas hoje são tão ignorantes sobre a Bíblia que simplesmente não sabem o que é a Marca da Besta. Portanto, elas não teriam nenhuma idéia das implicações de dar um passo que é espiritual em sua natureza, que seria irrevogável Vejamos as Escrituras:
"E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." [Apocalipse 13:11-18].
Essa é a advertência de Deus a toda a humanidade sobre a Marca da Besta no fim dos tempos, e é encontrada somente no livro do Apocalipse! Portanto, se você é membro de qualquer grupo ou igreja que ensina que o Apocalipse não deveria estar na Bíblia, ou que já foi cumprido, precisa mudar de opinião imediatamente! Satanás sempre tentou convencer os homens em todas as épocas que o Apocalipse é figurativo, pois várias profecias importantes encontram-se apenas lá, incluindo essa identificação da marca da Besta, como essa marca passou a ser conhecida popularmente.
Observe vários fatores importantes nessa passagem bíblica:
1. A segunda "besta", que vem da terra, segue a primeira besta de Apocalipse 13:1-10, que é o Anticristo. A segunda besta é chamada de Falso Profeta (um Falso Líder Religioso);
2) Essa segunda besta é um líder religioso "cristão". Podemos saber isso porque ele é identificado com as palavras "possuía dois chifres, parecendo cordeiro". Essa é uma óbvia referência ao "Cordeiro que foi morto", Jesus Cristo. Quando ele aparecer para encorajar as pessoas a adorarem o Anticristo, será popularmente visto como um líder cristão. Logicamente, o Movimento de Nova Era já selecionou esse líder, conforme vimos em outros artigos (leia N1094 e N1034); ele é o papa católico romano;
3) Esse Falso Profeta é possesso por demônios da mesma forma que o Anticristo, conforme demonstrado pelo fato de ambos terem os mesmos poderes ocultistas;
4) A principal função desse Falso Profeta religioso é convencer todos os habitantes do mundo a adorarem ao Anticristo. Ele cria uma estátua falante no templo recém-construído, provavelmente uma imagem perfeita do Anticristo. Qualquer pessoa que não se ajoelhar para adorar essa estátua será morta;
5) A forma final de adoração do Anticristo é a implantação dessa "marca" na mão direita ou na fronte. A punição para a não aceitação dessa "marca" será a morte, pois ninguém que a recusar poderá comprar alimentos e outros gêneros de primeira necessidade para a sobrevivência;
6) Muitas pessoas acham que o Anticristo é quem obriga as pessoas a receberem essa "marca", mas na verdade, quem fará isso é o Falso Profeta. O propósito principal dessa "marca" é demonstrar lealdade pessoal e adoração espiritual ao Anticristo. De fato, a despeito do fato que as pessoas serão condicionadas antes do aparecimento do Anticristo sobre todas as vantagens econômicas da implantação da marca sob a pele, quando o Anticristo aparecer, a implantação da "marca" será de natureza espiritual.
As pessoas que receberem essa marca estarão literalmente demonstrando sua adoração ao Anticristo, e saberão disso.
Assim, podemos compreender melhor a reação do Deus Todo-Poderoso, encontrada em Apocalipse 14:9-11:
"E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome."
O ponto final que você precisa compreender sobre todo esse assunto pode ser encontrado em Daniel 12:10b, "nenhum dos ímpios compreenderá".
Assim, você pode entender que quem receber essa "marca" do Anticristo estará firmando um compromisso espiritual com ele. Essa é a razão por que Deus decretou que o Falso Profeta será o líder que persuadirá os habitantes do mundo a adorarem ao Anticristo.
O Plano da Nova Ordem Mundial Cumpre a Profecia Bíblica
Nos escritos da Nova Era, vemos como essa profecia bíblica está planejada para ser cumprida ao pé da letra. A autora cristã Constance Cumbey, em seu importante livro The Hidden Dangers of the Rainbow (leia a resenha), descreve esse plano de forçar a implantação da Marca da Besta. Logo após o aparecimento do Cristo (o Anticristo), ele anunciará a realização de Cerimônias Globais de Iniciação. As pessoas se reunirão nas comunidades locais e nas grandes cidades, nos locais de ajuntamento público, como estádios de futebol, quadras esportivas, praças, centros de convenções e em igrejas cristãs "esclarecidas" — aquelas que participam do Movimento Ecumênico atual. A autora ocultista Alice A. Bailey observa que, como o número de pessoas que participará dessas Cerimônias de Iniciação será enorme, elas precisarão utilizar todas as áreas e recintos que permitam o ajuntamento de grande número de pessoas.
O propósito dessas cerimônias será o de "reinstalar as religiões de mistério na expressão pública", exatamente como Alice Bailey previu mais de cinqüenta anos atrás em seu livro The Externalization of the Hierarchy (A Exteriorização da Hierarquia). Em outras palavras, o Anticristo vai reinstalar a adoração pública a Satanás, sendo o primeiro passo a iniciação pública de todos os habitantes do mundo no primeiro conciliábulo satânico global. Essa cerimônia será a mesma que as realizadas durante a noite de lua cheia, quando um neófito na feitiçaria passa pela Cerimônia de Iniciação para ser recebido como membro de um conciliábulo.
No fim dessas Cerimônias de Iniciação, as pessoas passarão uma de cada vez por um técnico especialista que fará a implantação de um microcircuito eletrônico sob a pele (e que provavelmente ficará visível sob a pele) como um símbolo visível do amor e lealdade ao Anticristo. Elas poderão escolher se querem que essa marca seja implantada na mão direita ou na fronte. Assim, a profecia bíblica será cumprida.
Forte Condicionamento no Período Preparatório
No período imediato que levará ao aparecimento real do Anticristo, muito condicionamento ocorrerá para convencer as pessoas que receber a implantação de um microcircuito eletrônico será uma coisa boa. Essa campanha de condicionamento precisará ocorrer por várias razões:
1) Mesmo neste mundo ignorante da Bíblia, muitas pessoas ainda compreendem que a implantação de algum tipo de "marca" é uma idéia inspirada pelos demônios. Embora a maioria dessas pessoas já terão sido levadas no Arrebatamento da Igreja, o Anticristo ainda terá de contender com um número relativamente grande de pessoas que lembrarão do que é a Marca da Besta;
2) Como o microcircuito implantado poderá ser visível pela pele, muitas pessoas não quererão que suas características físicas sejam afetadas, especialmente se receberem a marca na fronte. Por exemplo, as mulheres bonitas terão aversão à implantação na fronte. Portanto, o condicionamento preparatório será realizado para tornar as pessoas acostumadas com a marca na fronte. Após o aparecimento do Anticristo, ele se tornará muito estimado e as pessoas verão a marca como sinal de valor, de algo a ser cobiçado, até desejado;
3) Muitas pessoas têm uma aversão à implantação de qualquer coisa na pele, temendo complicações futuras em sua saúde. Essas pessoas precisarão passar por um condicionamento que as convença que não precisam temer nenhuma conseqüência física;
4) Muitas pessoas têm aversão a marcar a pele, até mesmo com tatuagens. Essa Marca da Besta poderá realmente parecer uma tatuagem, pelo menos de longe;
5) Talvez o maior condicionamento ocorra na área econômica. As pessoas ouvirão sobre todos os benefícios econômicos que terão ao receberem essa Marca. Elas nunca mais perderão seus documentos e cartões de crédito, nem precisarão se preocupar com o roubo. Não precisarão mais de contas separadas, senhas e diversos números de identificação para os órgãos públicos, pois a Marca consolidará tudo — as contas bancárias, os cartões de crédito, os documentos de identificação, o número do contrato habitacional, os dados do veículo, endereço, telefones, etc. — tudo em uma única conta.
Achamos interessante que a Bíblia mencione especificamente o resultado econômico da recusa em aceitar a Marca da Besta. "E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." Portanto, com base nessa Escritura, podemos esperar que grande parte do processo de condicionamento estará na área econômica.
A Tecnologia Atual Permite a Implantação da Marca da Besta
Agora que examinamos os aspectos proféticos da Marca da Besta, vamos examinar as notícias chocantes desse mais recente condicionamento para receber a Marca da Besta.
Como observado no início deste artigo, a WorldNetDaily trouxe uma reportagem sobre os avanços científicos recentes na área de implantação de microcircuitos sob a pele. Fiquei chocado ao ler a matéria e acho que você também ficará.
"Os pesquisadores dizem que a tecnologia está disponível atualmente para implantar dispositivos biométricos nos seres humanos, que poderão ser monitorados por satélites e utilizados pela iniciativa privada. Na verdade, alguns desenvolvedores estão atualmente tentando trazer a tecnologia para o setor público e privado. Embora não estejam ainda disponíveis para o público, as tentativas de realizar implantes subcutâneos estão em estudo há quase um ano. Por exemplo, o jornal London Times informou em outubro de 1998: '... atores e filhos de milionários estão entre as 45 pessoas, incluindo vários ingleses, que foram abordados e aceitaram receber esses microcircuitos (chamado de Sky Eye, ou Olho Celeste) em testes secretos.'"
Já li que na Itália, atores famosos, celebridades e os muito ricos, estão recebendo implantes na pele como forma de proteção contra seqüestros, pois a localização deles poderia ser facilmente detectada pela Polícia. No entanto, esse tipo de implante precisa ser em uma área do corpo que não possa ser notada, para que os seqüestradores não saibam que a vítima tem um desses dispositivos. Logicamente, uma pessoa que receba esse tipo de implante não está cometendo o pecado mencionado em Apocalipse 13 e 14. No entanto, tenho igualmente a certeza que nenhuma pessoa familiarizada com a profecia bíblica deva permitir a implantação de qualquer dispositivo desses em seu corpo.
Outro fator em persuadir os artistas do cinema e da TV e os muito ricos a receber implantes é que milhões de pessoas em todo o mundo adoram essas "pessoas bonitas e sofisticadas" e poderiam depois ser mais facilmente persuadidas a receber essas Marcas para serem exatamente iguais aos seus ídolos.
"No entanto, os críticos estão preocupados com o crescente suporte que esses dispositivos estão recebendo devido ao risco inerente à privacidade individual. Eles afirmam que vários governos, incluindo o norte-americano, possuem a capacidade de monitorar esses dispositivos e, portanto, monitorar as pessoas que os têm implantados, mesmo que não sejam procuradas por algum crime, estejam desaparecidas, ou sejam consideradas perigosas."
Todos os governos ditatoriais e opressivos sempre procuraram meios de exercer controles sobre a população. As ditaduras do século 20 aperfeiçoaram o papel da Polícia Secreta para executar medidas extremas de controle social. Logicamente, o aspecto mais importante do controle é saber quem está fazendo o que e quando está fazendo. Os dissidentes que tiverem o implante não poderão esconder suas atividades por muito tempo. Pense sobre a questão da privacidade: o anonimato é da maior importância para manter suas liberdades individuais. Querer manter o anonimato deve ser de extrema importância para todos, incluindo aquelas pessoas que não cometeram crime algum, ou que nem sequer pensam em cometer um crime.
Essa tecnologia dará fim ao anonimato. A propósito, você sabia que a tecnologia que está sendo utilizada nas estradas também acaba com o anonimato? Se a Polícia quisesse acompanhar seus movimentos nas estradas, poderia facilmente fazer isso utilizando os scanners que têm em suas viaturas. Bastaria saber qual é seu número no sistema automático de pedágios e pedir que o computador verifique a ocorrência dele. Assim, a Polícia poderia rastrear seus movimentos e acompanhar seu carro. Essa perda da liberdade é a razão pela qual continuo a esperar nas filas do pedágio, em vez de aceitar que meu carro seja "implantado" com esses dispositivos de sensoriamento.
"Um estudo recente da implantação dos microcircuitos, escrito por Elaine M. Ramish para o Centro Jurídico Franklin Pierce, examinou detalhadamente a questão ética da privacidade, que predomina em todos os debates em torno do implante de dispositivos biométricos. O estudo forneceu detalhes sobre a pesquisa recente e o desenvolvimento, bem como os planos de marketing que os desenvolvedores provavelmente usarão para "vender" a idéia para um público e um Congresso geralmente céticos. Em seu estudo, Ramish disse que acredita que a implementação desses dispositivos tornar-se-á uma realidade no futuro, apesar do papel controverso na identificação. Mas, ela disse, o conceito não é novo; desde 1967, outros pesquisadores já defenderam o uso amplo da identificação biométrica."
Essa revelação de que pessoas advogam o uso de dispositivos biométricos de identificação desde 1967 é a primeira confirmação que os escritores de Nova Era estavam corretos quando diziam que isso era um fato.
"'Embora a implantação de microcircuitos possa ser introduzida como um procedimento voluntário, no tempo devido, haverá uma pressão para torná-lo obrigatório', escreveu Ramish em seu relatório intitulado "Time Enough? Consequences of Human Microchip Implantation." (Tempo Suficiente? Conseqüências do Implante de Microcircuitos no Ser Humano").
Você pegou a palavra "obrigatória" na frase anterior? Mesmo sem o aparecimento do Anticristo na cena mundial, os escritores e "pensadores" estão hoje sugerindo a implantação obrigatória desses dispositivos. Logicamente, essas idéias hoje parecem ridículas e a maioria delas não receberá atenção. No entanto, de acordo com o Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento, foi dado o início ao processo de debate que resultará na ampla aceitação da implantação subcutânea desses dispositivos depois que o Anticristo chegar. (Se você não estiver familiarizado com o Plano das Seis Etapas, leia nosso artigo N1055.).
"'Um sistema nacional de identificação via implantes de microcircuitos poderia ser alcançado em dois estágios', disse ela. 'Após a introdução como um sistema voluntário, a implantação do microcircuito parecerá palatável. Depois que houver familiaridade com o procedimento e um conhecimento de seus benefícios, a implantação será obrigatória.' Realmente, dos casos de testes na Grã-Bretanha, até aqui os voluntários não informaram nenhuma conseqüência negativa."
"Ramish acredita que 'o Congresso deva preparar legislação que proteja os direitos individuais' e transformá-la em lei antes que esses dispositivos cheguem ao mercado."
Que piada é essa proposta! Só porque o Congresso aprova uma lei "protegendo os direitos individuais" não é garantia que o governo cumprirá essa lei! Existem nos EUA mais de 20.000 leis nos níveis federal, estadual e local, que procuram controlar a aquisição de armas; porém, continuamente ouvimos falar sobre a necessidade de mais leis, porque as que existem não estão funcionando, na maioria das vezes simplesmente porque não são impostas.
No entanto, um governo disposto a ver a legalização e a ampla aceitação desses dispositivos implantados rapidamente elaboraria essas "leis de proteção", sabendo que ele realmente nunca seguirá a lei, e que poderá rescindi-la sob certas circunstâncias. Neste ponto, os cidadãos individuais ficariam sujeitos a uma lei que obriga a implantação sem garantir a privacidade pessoal que eles achavam que tinham obtido.
Como a natureza humana é inerentemente má (Jeremias 17:9), sabemos que essa tecnologia de implantes sob a pele será usada para propósitos maus, mesmo se não existisse o plano para produzir o Anticristo.
"Em seu relatório, Ramish disse que as pesquisas recentes descobriram que se guardadas certas proteções à privacidade, o número de norte-americanos que estaria disposto a aceitar um implante de informações médicas 'subiria 11%'. Esses dispositivos de rastreamento já estão disponíveis para os proprietários de animais há quase dez anos e os dispositivos biométricos como os leitores de impressões digitais estão silenciosamente começando a ser usados no setor público. Ramish observou que algumas empresas já estavam desenvolvendo, ou já tinham desenvolvido, dispositivos biométricos implantáveis com as capacidades de "leitura-somente, leitura-gravação e leitura-gravação com rastreamento" A IBM, Hughes Aircraft e Dallas Semiconductor estão entre as diversas empresas que Ramish disse de atualmente estão trabalhando para criar esses sistemas..."
George Getz, diretor de comunicações do Partido Libertário, disse que acredita que a inevitabilidade de um dispositivo como esse está na 'habilidade do governo de tornar impossível a vida normal sem um deles'. Embora o procedimento de implantação possa legalmente permanecer voluntário, é muito provável que os governos futuramente forcem todas as pessoas a terem um. "Afinal, o governo nunca forçou ninguém a ter uma carteira de motorista. No entanto, viver sem ela hoje em dia é uma limitação muito grande."
"Na prática, você será obrigado a ter. Se o governo pode forçá-lo a imprimir suas impressões digitais quando você tira sua carteira de motorista, por que não poderá forçá-lo a ter um microcircuito implantado? São diferenças em grau, mas não em significado — de modo que é essencial lutarmos contra a invasão de nossa privacidade pelo governo desde agora."
Ao mesmo tempo em que cumprimento o Sr. Getz por sua visão do modo como os governos operam lenta e gradualmente para colocar a população sob o tipo de controle que querem exercer sobre ela, podemos também lamentar o fato de que essas objeções aos implantes subcutâneos não estão baseadas de forma alguma na profecia bíblica. Aqueles que não são salvos, nunca compreenderão as tremendas implicações bíblicas do avanço dessa tecnologia.
No entanto, nem todos são contrários à idéia. É aqui que o condicionamento inicia: "Amitai Etzioni, diretor de um grupo conhecido como a Rede Comunitária e professor de Sociologia na Universidade George Washington, acredita que uso da tecnologia biométrica trará grandes benefícios à sociedade. Em um artigo publicado recentemente, Etzioni, que escreve muito sobre a questão da privacidade, diz: "A oposição a essas novas tecnologias é particularmente problemática, se considerarmos que os benefícios são grandes. Assim que os dispositivos biométricos estiverem mais plenamente desenvolvidos e o custo unitário for menor... as pessoas poderão esquecer sua senha, seu código de acesso, e deixar seus documentos e as chaves em casa".
"Um porta-voz sobre ciência e tecnologia na Rede Comunitária, que também pediu anonimato, confirmou que a organização — e o Sr. Etzioni especificamente — 'fez um grande trabalho de pesquisa sobre os benefícios que a tecnologia biométrica trará à sociedade. As comunidades... terão benefícios consideráveis. Quando os dispositivos biométricos forem amplamente utilizados, será muito mais difícil para os estimados 333.000 criminosos permanecerem foragidos. Esses foragidos da Justiça não somente escaparam do julgamento e da prisão mas também freqüentemente cometem outros crimes enquanto perambulam pelo país sem maiores preocupações."
"O grupo também expressa o apoio a todas as formas de tecnologia biométrica — de scanners a implantes — como um modo de aumentar os benefícios sociais, reduzir as perdas das empresas e proteger a população que agora é vítima do roubo, da clonagem de documentos e da falsificação do dinheiro."
Isso enfoca praticamente todo o espectro dos "benefícios" que a implantação de dispositivos de implantação subcutânea trará ao indivíduo e à sociedade. Podemos esperar que esse tipo de condicionamento continuado ocorrerá daqui até o tempo em que o Anticristo aparecerá para torná-lo realmente obrigatório, e forçar a todos a receberem SUA marca, e limitar a localização no corpo à fronte ou à mão direita.
Condicionamento Visual para a Aceitação da Marca da Besta
Logicamente, os principais proponentes da implantação de dispositivos subcutâneos sabem muito bem que o Cristo deles determinará uma localização exata para sua marca. Portanto, estamos começando a ver o condicionamento chocante de uma marca ser colocada na fronte das pessoas, especialmente as pessoas "bonitas" deste mundo.
NOVA ORDEM MUNDIAL(CONTINUAÇÃO PARTE 3)
Teoria Envolvendo Os Protocolos dos Sábios de Sião: são um documento, publicado em 1903, alegando uma conspiração judaico-maçônica para alcançar a dominação mundial. Responsável pela alimentação de teorias antimaçônicas do século XX, Os Protocolos propagaram a ideia de que um grupo influente de pessoas, a qual tem como braço a Maçonaria que pratica cabala judaica, está conspirando governar o mundo em nome de todos os judeus, porque eles acreditam ser o povo escolhido de Deus. [42]
Os Protocolos é amplamente considerado como influente no desenvolvimento de outras teorias conspiratórias e reaparece várias vezes na literatura de conspiração contemporânea. Por exemplo, os autores do controverso livro The Holy Blood and the Holy Grail de 1982, concluiram que Os Protocolos é o elemento mais persuasivo de prova para a existência das atividades do Priorado de Sião. Eles especularam que esta sociedade secreta esta trabalhando nos bastidores para estabelecer um teocrático "Estados Unidos da Europa" (país política e religiosamente unificado através do culto imperial de um rei sagrado Merovingio, que ocuparia o trono tanto da Europa e da Santa Sé), que irá tornar-se a hiperpotência do século XXI. [43]
Teorias Anti-maçônicas que centram-se na frase "Novus Ordo Seclorum"Teóricos de Conspiração acreditam que os maçons têm conexão com a Nova Ordem Mundial, principalmente porque seus membros se referem a si próprios como ‘Iluminados’. Outros já até acusaram o grupo de uma organização oculta. Rumores como estes provavelmente surgem devido à natureza secreta da sociedade. [44] A frase Novus ordo seclorum, que figura no verso do Grande selo dos Estados Unidos da América e na parte de trás da nota de um dólar americano desde 1935, significa "Nova Ordem das Idades", mas é, por vezes, impropriamente traduzida como "Nova Ordem Mundial " ou " Nova Ordem Secular. " [45] Anti-Maçons que acreditam que os maçons estão envolvidos na conspiração para criar um ordem mundial, alegam que o lema é inspirado pela maçonaria, e note que um determinado Maçom (Benjamin Franklin) e um possível Maçom (Francis Hopkinson) estiveram envolvidos na concepção do selo. Proponentes afirmam que o lema é uma pista para os verdadeiros donos do mundo. Teóricos conspiracionistas reivindicam que alguns dos pais fundadores dos Estados Unidos, tais como George Washington e Benjamin Franklin, entrelaçaram o simbolismo maçônico à sociedade americana, especialmente no Grande Selo dos EUA, na nota de um dólar, na arquitetura de marcos da Alameda Nacional, e nas ruas e rodovias de Washington, DC, a fim de comemorar seu planeamento de um governo em conformidade com a vontade do Grande Arquiteto do Universo, a quem eles acreditam ter encarregado os Estados Unidos com o eventual estabelecimento de um hermético "Reino de Deus na Terra" [46]
Defensores da teoria conspiratória também afirmam que imagens no Grande selo dos Estados Unidos da América são maçônicas, tais como a águia (representando uma Fênix que alegam ser um símbolo maçônico), bem como diversos elementos do Selo aparecendo em séries de 13, que afirmam significa algo para pedreiros. Estes incluem os 13 passos que sobem a pirâmide, os 72 blocos visíveis na parte dianteira, a águia que segura um ramo de oliveira com 13 azeitonas e 13 folhas em uma garra, e 13 flechas na outra, e 13 estrelas acima da águia. Defensores frequentemente apontam que, se você circunscrever seis linhas irregulares elas apontaram um hexagrama, (muitas vezes descrita pelos defensores como uma Estrela de Davi – símbolo do judaismo), sobre a pirâmide no Selo, cinco dos seis vértices (o sexto será o “Olho que tudo vê”) , apontam perto das letras SMONA, que podem ser reorganizadas para soletrar Mason; pedreiro (ou a palavra hebraica “omã", o que significa artesão ou operário qualificado, portanto, uma outra possível referência à Maçonaria).
Os Maçons refutam muitas dessas alegações de conspiração maçônicas. Afirmam que a Maçonaria, que promove racionalismo, coloca nenhum poder em símbolos próprios. Não é uma parte de a Maçonaria ver o desenho de símbolos, não importa o qual, como um ato de consolidação ou controle do poder. Além disso, não há informações publicadas maçônicas que institui a adesão dos homens responsáveis pela concepção do Grande Selo ou o plano na Rua de Washington, DC [47][48] Em termos mais gerais, maçons afirmam que uma longa regra dentro maçonaria regular, é uma proibição sobre a discussão de política em Lojas Maçônicas. A Maçonaria não tem nenhuma política, mas ensina seus membros a serem cidadãos ativos. A acusação que a maçonaria tem uma agenda escondida para estabelecer um governo maçônico ignora vários fatos. Embora concordando, que em certas Grandes Lojas Maçônicas, os muitos independentes e soberanos agem como tal, e não concordam em muitos outros pontos de fé e prática. Além disso, como pode ser visto a partir de um levantamento dos maçons que foram grandes homens, tomem crenças individuais maçonicas que abrangem ao espectro da política. O termo “governo maçônico” não tem sentido uma vez que cada maçon possui muitas opiniões diferentes sobre o que constitui um bom governo, e a Maçonaria como um organismo não tem qualquer opinião sobre o tema. [49] Em última análise, maçons alegam que, mesmo se fosse comprovado que indivíduos influentes têm utilizado e estão usando lojas maçônicas para empenhar-se na política de criptografia, como foi o caso da Propaganda Due, isso representaria um cooptação da Maçonaria, em vez de provas da sua agenda oculta.
Teoria do "Quarto Reich"
Jim Marrs argumenta que alguns membros sobreviventes do Terceiro Reich da Alemanha juntamente com simpatizantes dos Estados Unidos e noutros países, deram refúgio seguro a organizações como ODESSA e Die Spinne, que têm vindo a trabalhar nos bastidores desde o final da II Guerra Mundial, pelo menos, a promulgar alguns dos princípios do nazismo (por exemplo, militarismo, o fascismo, o imperialismo, difundido a espionagem sobre cidadãos, empresas e da utilização de propaganda para controlar os interesses nacionais e ideias) na cultura, no governo e em empresas em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos. Ele cita como exemplo a aquisição e a criação de conglomerados pelos nazistas e seus simpatizantes após a guerra, na Europa e nos EUA. Isto é visto como o primeiro passo para o plano mestre dos neo-nazistas para estabelecer progressivamente o "Western Imperium" ( “Império Ocidental”) ou o Quarto Reich, um império pan-ariano mundial abrangendo terras com laços ariano proeminentes (Europa, a Rússia, a América Anglo-Saxônica, Austrália, Nova Zelândia e Sul da América do Sul), que permitiria que o Ocidente ganhasse o "choque de civilizações". [50]
Teoria da "Megacorporação"
Muitos teóricos de conspiração de esquerda argumentam que a última consequência da convergência do tecnocapitalismo, do neoliberalismo e da globalização será a ascensão de megacorporações - corporações multinacionais que são enormes conglomerados, de exploração monopolista ou quase-monopólio sobre controle de vários mercados (apresentando, assim, um monopólio horizontal tanto verticais). Megacorporações seriam tão poderosas que poderiam ignorar a lei, possuir os seus próprios exércitos privados fortemente armados (muitas vezes de dimensão militar) , esperar um território 'soberano' e, possivelmente, até mesmo atuar como definitivos governos. Eles, muitas vezes exerceriam um grande grau de controle sobre os seus colaboradores, tendo a ideia de "cultura corporativa" para um extremo. Megacorporações iriam exercer uma manipulação da procura dos consumidores tão potente que tem um efeito coercivo, no montante de partida de um capitalismo de livre mercado, e tem um efeito negativo de pacificar a sociedade mundial em geral para reprimir o desejo de mudança social.
Teoria conspiratória envolvendo UFOs e extraterrestres:
Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a adição de muitas ideias que, no passado, poderiam ter sido pensadas como ficção científica. Seres Extraterrestres (quer os "Reptilianos" ou "Greys", ou ambos) foram incluídas na conspiração da Nova Ordem Mundial, em papéis mais ou menos dominante, como na teoria avançada por David Icke. O tema comum em tais teorias é que os extraterrestres têm estado entre nós durante décadas, séculos ou milênios, mas um governo mundial encobre os fatos e tem protegido o público de tal conhecimento. A raça alienígena tem planos de dominar a Terra através de uma manipulação dos acontecimentos históricos e figuras ilustres. Em algumas teorias, alienígenas invasores tomaram forma humana e circulam livremente em toda a sociedade humana, mesmo ao ponto de assumir o controle de posições de comando. Uma agência governamental disfarçada sob o nome de código Majestic 12 (ou “Homens de Preto”) é muitas vezes citado como sendo o governo sombra, que colabora com a invasão alienígena. O aparecimento deste tipo de teoria conspiratória coincide com a era da desconfiança generalizada dos governos e da crença na hipótese de existência de vida extraterrestre para explicar os OVNIS (objeto voador não identificado).
Teorias sobre os casos de manipulação histórica
Os conspiradores provavelmente responsáveis para a nova ordem mundial, de acordo com teóricos da conspiração, são suspeitos igualmente de encenar muitos eventos históricos tais como guerras mundiais e ataques de terroristas. Os teóricos da conspiração da nova ordem mundial dizem que os líderes do mundo ao longo da História manipularam com sucesso seus povos em guerras usando operações de falsa bandeira. Para suportar estas afirmações mencionam o que consideram serem exemplos precedentes de tais manipulações:
• Os nazistas tiram proveito sobre o incêndio no Reichstag para culpar os comunistas, eliminando, assim, o apoio popular ao partido comunista na Alemanha, e levando a dominação nazista do parlamento.
• O Business Plot, uma conspiração de grandes industriais ricos americanos para contratar um exército privado de 500.000 tropas para derrubar a presidência de Franklin Roosevelt e criar uma ditadura fascista nos Estados Unidos.
• A utilização do Patriot Act nos Estados Unidos (após os ataques de 11 de setembro)
• Os Estados Unidos sabiam previamente do ataque a Pearl Harbor, e o Presidente Roosevelt utilizou os ataques como uma razão "legítima" para a entrada da Segunda Guerra Mundial.
• A Operação Northwoods, propôs uma série de operações de falsa bandeira para ser utilizadas como um pretexto para uma invasão de Cuba, foi assinado pelo presidente fora chefes do pessoal comum, mas rejeitada pelo Presidente Kennedy pouco antes de seu assassinato.
• O Incidente no Golfo de Tonkin levaram Presidente Johnson para escalar hostilidades dos EUA no Vietnã.
• O Federal Reserve Act, destinada a regular banqueiros, foi escrito em uma ilha privada na costa da Geórgia em 1910 pelos banqueiros que representa os interesses de JP Morgan, Rockefeller e Rothschild. Este ato deu aos banqueiros internacionais superiores o poder de controlar e manipular a oferta monetária dos Estados Unidos e, portanto, a economia.
• O governo dos Estados Unidos sabiam antecipadamente dos ataques ao World Trade Center e ao Pentágono (11/9), a administração Bush criou os ataques como uma razão "legítima" para invadir o Afeganistão, e mais tarde o Iraque. É também entendido que os EUA poderão usar raciocínio semelhante para invadir o Irã, o Líbano e outros países do Oriente Médio como um ponto de apoio para a nova ordem mundial.
Outros teóricos de conspiração da nova ordem mundial vêem a conspiração como um trabalho da globalização, ou nos diversos movimentos intelectuais que evoluiu de marxismo, variando da social democracia a Escola de Frankfurt. Estes são pensados para ser destinado a homogeneizar culturas e valores de normalização política, como o esquema gradual de “construção comunitária” da União Europeia e a União Africana a quadro econômico e jurídico comum.
Execuções Postuladas
Assim como existem várias teorias conspirativas sobrepostas e mesmo teorias conflitantes sobre a natureza da Nova Ordem Mundial, de modo que existem várias crenças sobre a forma como os seus arquitetos irão programá-la. Para cada teoria, não existe outra que afirma que já aconteceu:
Gradual aquisição econômica através do colonialismo
Uma teoria conspiratória afirma que a Nova Ordem Mundial está a sendo implementada gradualmente, citando a fundação do Banco de Reserva Federal (Federal Reserve Bank); o imperialismo americano e colonialismo econômico, a formação das Nações Unidas; a constituição da Organização Mundial da Saúde, do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio (OMC), a formação da União Europeia e do euro, as formações da União Norte Americana e da moeda Amero, o Zona de Livre Comércio do Oriente Médio, a União Africana, a Associação Latino America para o livre comércio (Alalc) e os processos de paz no Oriente Médio como principais marcos. Em particular, Alex Jones afirma em seu filme Endgame que a União Europeia, a União da América do Norte e outras associações econômicas semelhantes são implementações da Nova Ordem Mundial, orquestrada pelo grupo Bilderberg. [51]
Golpe Militar e Lei Marcial
A compreensão de alguns teóricos de conspiração é que a Nova Ordem Mundial será criada por uma lei marcial após um golpe militar, orquestrado pela ONU e, possivelmente, com apoio de tropas americanas, contra todas as nações do mundo para trazer um governo mundial único. Antes do ano 2000 alguns conspiracionistas acreditavam que este processo estaria ajustado no movimento pela qual poderia ser iniciado com a prevista crise generalizada do computador de Y2K causando uma desordem social. [52] Após os atentados de 11 de setembro, alguns tornaram-se convictos de que um incidente terrorista mais catastrófico será responsável para desencadear esse processo.
Vigilância pelo complexo industrial
Chip RFID para implante em pessoas comparado a um grão de arroz..
Mão com a posição planejada para a implantação do microchip da RFID…
…Situação da mão imediatamente após o término da operação que introduziu o microchip da RFID. Segundo os evangélicos, o Verichip seria a Marca da Besta mencionada no Apocalipse.Alguns teóricos de conspiração da comunidade cristã fundamentalista acreditam que a Nova Ordem Mundial será feita com a vigilância pelo complexo industrial pelo Anti-Cristo, muitas vezes chamado de "Big Brother", que identifica a vinda do reino de Satanás na Terra com a marca da besta mencionado especificamente no livro do Apocalipse (ver Apocalipse 13:16 ). Porque o sinal da besta está ligado ao ato de "compra e venda", a marca tem sido por diversas vezes considerados idênticos com a cobrança de imposto sobre as vendas, o uso de cartões de Segurança Social, e de código de barras de mercadorias de varejo com marcações UPC (Universal Product Code – Código de Produto Universal). Defensores dessa ideia veem três guias que representariam 666 (Número da Besta) nos códigos de barra e cogitam que as pessoas começariam a ter códigos de barra tatuados na pele, confirmando as profecias. Entretanto, os três guias realmente equivalem a 666. O guia da esquerda significa 6, o do meio 6 e o da direita vale 6. O código não é diferente para as barras da direita e à esquerda, e a posição relativa é muito importante. O número da besta é 666, ele está no código de barras, pelo menos do ponto de vista técnico. O código de barras representa os número de 0 a 9, e como são dois códigos diferentes para cada lado, existem 20 combinações significativas no código UPC. Destas 20, apenas uma segue o padrão "barra, espaço, barra" (101) das barras longas e esta é justamente a que equivale a 6. [53]
Teóricos Atuais têm implicado marcação RFID (Radio-Frequency Identification) também. Afirmam que o Verichip foi desenvolvido como um dispositivo para uso global para identificação de humanos para o propósito do comércio econômico global: a implementação da sociedade global sem dinheiro. Segundo eles, o projeto que usará satélites espiões e também outros aparatos eletrônicos, que serão usados para o policiamento de um estado global totalitário, que foi idealizado para monitorar todos os civis, que usarão o biochip Verichip implantados e programados por um software biométrico universal. [54] Temas relacionados incluem escatologia (último caso) e dispensacionalismo.[55][56][56][57]
"A externalização da Hierarquia"
Nas teorias de conspiração de Alice Bailey (veja acima), um grupo chamado a Grande Fraternidade Branca trabalha nos "planos internos" para supervisionar a transição da humanidade para a Nova Ordem Mundial. Atualmente, os membros deste Hierarquia Espiritual só são conhecidos por poucas pessoas, com quem se comunicam telepaticamente, mas como a necessidade de seu envolvimento pessoal no plano aumenta, haverá um "externalização da Hierarquia" e todas as pessoas que irão saber da sua presença na Terra
Criticas e Ceticismo
Céticos duvidam, entretanto, que a Nova Ordem Mundial seja possível porque todo governo tem seus próprios interesses, além de ser muito egoísta para organizar um grupo único para controlar todas as nações. Críticos das teorias de conspiração da Nova Ordem Mundial, também acusam seus defensores de conspiracismo, isto é, ter uma visão paranóica do mundo que coloca teorias de conspiração centralmente no desenrolar da história, ao invés de forças sociais e económicas. [58]
Além disso, os céticos e criticos, apontam vários erros e contradições nessa teoria:
Afirmam que os teóricos de conspiração negligenciam informações, como as que os Illuminati foram dissolvidos pelo governo da Baviera, em 1785. Não só isso, mas um dos chefes da sociedade, Barão Knigge, era um cristão. Também, é improvável que os objetivos dos Illuminati teriam continuado até aos nossos dias ou que tenham sido anticristãos. De vez em quando grupos vêm tona chamando a si mesmos, ou pretendendo serem, os Illuminati. No entanto, não existem necessariamente conexões entre esses grupos com os originais, os Illuminati de Weishaupt, apenas porque compartilham este nome;
No que diz respeito aos maçons, que são muitas vezes acusados de ser uma sociedade secreta com conexões Satânicas. Contudo, maçons não são Satânicos.
Uma das principais fontes de evidência (para os teóricos da conspiração) de que as sociedades secretas estão conectadas com o governo americano são suas alegações do simbolismo que se acha sobre o dólar americano e o Grande Selo dos Estados Unidos da América. O problema é que alguns símbolos são altamente subjetivos. O símbolo de um único olho-em-um-triângulo (Olho que tudo vê) sobre o dólar americano, oficialmente é dito ser o "olho de Deus" e "para significar ou orientação divina Providência, o símbolo tem suas origens na arte renascentista. No entanto, hoje, esse símbolo parece estar associado ao ocultismo. É usado pelo Ordo Templi Orientis (OTO), um grupo oculto, e aparece no livro escrito por um dos mais famosos ocultistas, Aleister Crowley. Os antigos egípcios utilizavam um símbolo de um só olho para representar o deus Horus. Por isso, cristãos fundamentalistas acusam este símbolo de ser satânico e afirmam que Horus é análogo ao Diabo. Entretanto, segundo a mitologia egípcia Horus não era equivalente do Diabo, mas na verdade lutava contra seu equivalente.
Os conspiracionistas afirmam que os pais fundadores dos EUA foram todos os membros da Maçonaria ligada aos Illuminati e simpatizantes da conspiração da NOM: Benjamin Franklin, John Adams e Thomas Jefferson, que tiveram a tarefa de projetar o Grande Selo, assim, participaram da incorporação dos símbolos "ocultos". No entanto, isto é irrelevante como as suas sugestões foram rejeitadas e símbolos para a concepção final foi realmente contribuído por William Barton ou Charles Thomson em 1782. A pirâmide é utilizada para representar força e resistência e está inacabada, porque os EUA têm vontade contínua de crescimento completo. Trata-se, também, de aludir à fuga dos Israelitas da tirania do Faraó, a quem os pais fundadores comparam simbolicamente a si. "Novus Ordo Seclorum", o escrito em latim sob o pé da pirâmide, traduz como "um novo mundo das idades", e representa o número treze do original treze Colônias da União. Não é, como se afirma, "Nova Ordem Mundial", ou para designar feitiçaria, com o
número 13, respectivamente.
A Grande Pirâmide que aparece na parte de trás do dólar americano é acusada de ser um símbolo ocultista, mas é absurdo usar a afirmação de que a pirâmide é um símbolo oculto como uma base sobre o argumento de que o governo americano também está relacionado com ocultismo e sociedades secretas. [59]
Para os céticos, os teóricos conspiracionistas possuem uma maneira peculiar de pensar por seu treinamento religioso, em particular pelo seu estudo da Bíblia. Na medida em que se torna cada vez mais difícil ver este mundo como projetado para qualquer coisa, as teorias se tornam cada vez mais absurdas para manter viva a ilusão teológica e escatológica.
“Na mente dos paranóicos, os Illuminati tiveram sucesso em seus objetivos e já se infiltraram em todos os governos e todos os aspectos da sociedade. Eles são responsáveis por todo o mal e todo ato injusto onde quer que ocorra; o fato de que absolutamente nenhuma evidência de sua existência possa ser encontrada apenas serve para torná-los mais fortes e mais assustadores. Eles são o demônio oculto, e provavelmente nunca irão desaparecer do mundo das fantasias paranóicas dos teóricos conspiracionistas da direita.” - New England Skeptical Society [60]
Os Protocolos é amplamente considerado como influente no desenvolvimento de outras teorias conspiratórias e reaparece várias vezes na literatura de conspiração contemporânea. Por exemplo, os autores do controverso livro The Holy Blood and the Holy Grail de 1982, concluiram que Os Protocolos é o elemento mais persuasivo de prova para a existência das atividades do Priorado de Sião. Eles especularam que esta sociedade secreta esta trabalhando nos bastidores para estabelecer um teocrático "Estados Unidos da Europa" (país política e religiosamente unificado através do culto imperial de um rei sagrado Merovingio, que ocuparia o trono tanto da Europa e da Santa Sé), que irá tornar-se a hiperpotência do século XXI. [43]
Teorias Anti-maçônicas que centram-se na frase "Novus Ordo Seclorum"Teóricos de Conspiração acreditam que os maçons têm conexão com a Nova Ordem Mundial, principalmente porque seus membros se referem a si próprios como ‘Iluminados’. Outros já até acusaram o grupo de uma organização oculta. Rumores como estes provavelmente surgem devido à natureza secreta da sociedade. [44] A frase Novus ordo seclorum, que figura no verso do Grande selo dos Estados Unidos da América e na parte de trás da nota de um dólar americano desde 1935, significa "Nova Ordem das Idades", mas é, por vezes, impropriamente traduzida como "Nova Ordem Mundial " ou " Nova Ordem Secular. " [45] Anti-Maçons que acreditam que os maçons estão envolvidos na conspiração para criar um ordem mundial, alegam que o lema é inspirado pela maçonaria, e note que um determinado Maçom (Benjamin Franklin) e um possível Maçom (Francis Hopkinson) estiveram envolvidos na concepção do selo. Proponentes afirmam que o lema é uma pista para os verdadeiros donos do mundo. Teóricos conspiracionistas reivindicam que alguns dos pais fundadores dos Estados Unidos, tais como George Washington e Benjamin Franklin, entrelaçaram o simbolismo maçônico à sociedade americana, especialmente no Grande Selo dos EUA, na nota de um dólar, na arquitetura de marcos da Alameda Nacional, e nas ruas e rodovias de Washington, DC, a fim de comemorar seu planeamento de um governo em conformidade com a vontade do Grande Arquiteto do Universo, a quem eles acreditam ter encarregado os Estados Unidos com o eventual estabelecimento de um hermético "Reino de Deus na Terra" [46]
Defensores da teoria conspiratória também afirmam que imagens no Grande selo dos Estados Unidos da América são maçônicas, tais como a águia (representando uma Fênix que alegam ser um símbolo maçônico), bem como diversos elementos do Selo aparecendo em séries de 13, que afirmam significa algo para pedreiros. Estes incluem os 13 passos que sobem a pirâmide, os 72 blocos visíveis na parte dianteira, a águia que segura um ramo de oliveira com 13 azeitonas e 13 folhas em uma garra, e 13 flechas na outra, e 13 estrelas acima da águia. Defensores frequentemente apontam que, se você circunscrever seis linhas irregulares elas apontaram um hexagrama, (muitas vezes descrita pelos defensores como uma Estrela de Davi – símbolo do judaismo), sobre a pirâmide no Selo, cinco dos seis vértices (o sexto será o “Olho que tudo vê”) , apontam perto das letras SMONA, que podem ser reorganizadas para soletrar Mason; pedreiro (ou a palavra hebraica “omã", o que significa artesão ou operário qualificado, portanto, uma outra possível referência à Maçonaria).
Os Maçons refutam muitas dessas alegações de conspiração maçônicas. Afirmam que a Maçonaria, que promove racionalismo, coloca nenhum poder em símbolos próprios. Não é uma parte de a Maçonaria ver o desenho de símbolos, não importa o qual, como um ato de consolidação ou controle do poder. Além disso, não há informações publicadas maçônicas que institui a adesão dos homens responsáveis pela concepção do Grande Selo ou o plano na Rua de Washington, DC [47][48] Em termos mais gerais, maçons afirmam que uma longa regra dentro maçonaria regular, é uma proibição sobre a discussão de política em Lojas Maçônicas. A Maçonaria não tem nenhuma política, mas ensina seus membros a serem cidadãos ativos. A acusação que a maçonaria tem uma agenda escondida para estabelecer um governo maçônico ignora vários fatos. Embora concordando, que em certas Grandes Lojas Maçônicas, os muitos independentes e soberanos agem como tal, e não concordam em muitos outros pontos de fé e prática. Além disso, como pode ser visto a partir de um levantamento dos maçons que foram grandes homens, tomem crenças individuais maçonicas que abrangem ao espectro da política. O termo “governo maçônico” não tem sentido uma vez que cada maçon possui muitas opiniões diferentes sobre o que constitui um bom governo, e a Maçonaria como um organismo não tem qualquer opinião sobre o tema. [49] Em última análise, maçons alegam que, mesmo se fosse comprovado que indivíduos influentes têm utilizado e estão usando lojas maçônicas para empenhar-se na política de criptografia, como foi o caso da Propaganda Due, isso representaria um cooptação da Maçonaria, em vez de provas da sua agenda oculta.
Teoria do "Quarto Reich"
Jim Marrs argumenta que alguns membros sobreviventes do Terceiro Reich da Alemanha juntamente com simpatizantes dos Estados Unidos e noutros países, deram refúgio seguro a organizações como ODESSA e Die Spinne, que têm vindo a trabalhar nos bastidores desde o final da II Guerra Mundial, pelo menos, a promulgar alguns dos princípios do nazismo (por exemplo, militarismo, o fascismo, o imperialismo, difundido a espionagem sobre cidadãos, empresas e da utilização de propaganda para controlar os interesses nacionais e ideias) na cultura, no governo e em empresas em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos. Ele cita como exemplo a aquisição e a criação de conglomerados pelos nazistas e seus simpatizantes após a guerra, na Europa e nos EUA. Isto é visto como o primeiro passo para o plano mestre dos neo-nazistas para estabelecer progressivamente o "Western Imperium" ( “Império Ocidental”) ou o Quarto Reich, um império pan-ariano mundial abrangendo terras com laços ariano proeminentes (Europa, a Rússia, a América Anglo-Saxônica, Austrália, Nova Zelândia e Sul da América do Sul), que permitiria que o Ocidente ganhasse o "choque de civilizações". [50]
Teoria da "Megacorporação"
Muitos teóricos de conspiração de esquerda argumentam que a última consequência da convergência do tecnocapitalismo, do neoliberalismo e da globalização será a ascensão de megacorporações - corporações multinacionais que são enormes conglomerados, de exploração monopolista ou quase-monopólio sobre controle de vários mercados (apresentando, assim, um monopólio horizontal tanto verticais). Megacorporações seriam tão poderosas que poderiam ignorar a lei, possuir os seus próprios exércitos privados fortemente armados (muitas vezes de dimensão militar) , esperar um território 'soberano' e, possivelmente, até mesmo atuar como definitivos governos. Eles, muitas vezes exerceriam um grande grau de controle sobre os seus colaboradores, tendo a ideia de "cultura corporativa" para um extremo. Megacorporações iriam exercer uma manipulação da procura dos consumidores tão potente que tem um efeito coercivo, no montante de partida de um capitalismo de livre mercado, e tem um efeito negativo de pacificar a sociedade mundial em geral para reprimir o desejo de mudança social.
Teoria conspiratória envolvendo UFOs e extraterrestres:
Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a adição de muitas ideias que, no passado, poderiam ter sido pensadas como ficção científica. Seres Extraterrestres (quer os "Reptilianos" ou "Greys", ou ambos) foram incluídas na conspiração da Nova Ordem Mundial, em papéis mais ou menos dominante, como na teoria avançada por David Icke. O tema comum em tais teorias é que os extraterrestres têm estado entre nós durante décadas, séculos ou milênios, mas um governo mundial encobre os fatos e tem protegido o público de tal conhecimento. A raça alienígena tem planos de dominar a Terra através de uma manipulação dos acontecimentos históricos e figuras ilustres. Em algumas teorias, alienígenas invasores tomaram forma humana e circulam livremente em toda a sociedade humana, mesmo ao ponto de assumir o controle de posições de comando. Uma agência governamental disfarçada sob o nome de código Majestic 12 (ou “Homens de Preto”) é muitas vezes citado como sendo o governo sombra, que colabora com a invasão alienígena. O aparecimento deste tipo de teoria conspiratória coincide com a era da desconfiança generalizada dos governos e da crença na hipótese de existência de vida extraterrestre para explicar os OVNIS (objeto voador não identificado).
Teorias sobre os casos de manipulação histórica
Os conspiradores provavelmente responsáveis para a nova ordem mundial, de acordo com teóricos da conspiração, são suspeitos igualmente de encenar muitos eventos históricos tais como guerras mundiais e ataques de terroristas. Os teóricos da conspiração da nova ordem mundial dizem que os líderes do mundo ao longo da História manipularam com sucesso seus povos em guerras usando operações de falsa bandeira. Para suportar estas afirmações mencionam o que consideram serem exemplos precedentes de tais manipulações:
• Os nazistas tiram proveito sobre o incêndio no Reichstag para culpar os comunistas, eliminando, assim, o apoio popular ao partido comunista na Alemanha, e levando a dominação nazista do parlamento.
• O Business Plot, uma conspiração de grandes industriais ricos americanos para contratar um exército privado de 500.000 tropas para derrubar a presidência de Franklin Roosevelt e criar uma ditadura fascista nos Estados Unidos.
• A utilização do Patriot Act nos Estados Unidos (após os ataques de 11 de setembro)
• Os Estados Unidos sabiam previamente do ataque a Pearl Harbor, e o Presidente Roosevelt utilizou os ataques como uma razão "legítima" para a entrada da Segunda Guerra Mundial.
• A Operação Northwoods, propôs uma série de operações de falsa bandeira para ser utilizadas como um pretexto para uma invasão de Cuba, foi assinado pelo presidente fora chefes do pessoal comum, mas rejeitada pelo Presidente Kennedy pouco antes de seu assassinato.
• O Incidente no Golfo de Tonkin levaram Presidente Johnson para escalar hostilidades dos EUA no Vietnã.
• O Federal Reserve Act, destinada a regular banqueiros, foi escrito em uma ilha privada na costa da Geórgia em 1910 pelos banqueiros que representa os interesses de JP Morgan, Rockefeller e Rothschild. Este ato deu aos banqueiros internacionais superiores o poder de controlar e manipular a oferta monetária dos Estados Unidos e, portanto, a economia.
• O governo dos Estados Unidos sabiam antecipadamente dos ataques ao World Trade Center e ao Pentágono (11/9), a administração Bush criou os ataques como uma razão "legítima" para invadir o Afeganistão, e mais tarde o Iraque. É também entendido que os EUA poderão usar raciocínio semelhante para invadir o Irã, o Líbano e outros países do Oriente Médio como um ponto de apoio para a nova ordem mundial.
Outros teóricos de conspiração da nova ordem mundial vêem a conspiração como um trabalho da globalização, ou nos diversos movimentos intelectuais que evoluiu de marxismo, variando da social democracia a Escola de Frankfurt. Estes são pensados para ser destinado a homogeneizar culturas e valores de normalização política, como o esquema gradual de “construção comunitária” da União Europeia e a União Africana a quadro econômico e jurídico comum.
Execuções Postuladas
Assim como existem várias teorias conspirativas sobrepostas e mesmo teorias conflitantes sobre a natureza da Nova Ordem Mundial, de modo que existem várias crenças sobre a forma como os seus arquitetos irão programá-la. Para cada teoria, não existe outra que afirma que já aconteceu:
Gradual aquisição econômica através do colonialismo
Uma teoria conspiratória afirma que a Nova Ordem Mundial está a sendo implementada gradualmente, citando a fundação do Banco de Reserva Federal (Federal Reserve Bank); o imperialismo americano e colonialismo econômico, a formação das Nações Unidas; a constituição da Organização Mundial da Saúde, do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio (OMC), a formação da União Europeia e do euro, as formações da União Norte Americana e da moeda Amero, o Zona de Livre Comércio do Oriente Médio, a União Africana, a Associação Latino America para o livre comércio (Alalc) e os processos de paz no Oriente Médio como principais marcos. Em particular, Alex Jones afirma em seu filme Endgame que a União Europeia, a União da América do Norte e outras associações econômicas semelhantes são implementações da Nova Ordem Mundial, orquestrada pelo grupo Bilderberg. [51]
Golpe Militar e Lei Marcial
A compreensão de alguns teóricos de conspiração é que a Nova Ordem Mundial será criada por uma lei marcial após um golpe militar, orquestrado pela ONU e, possivelmente, com apoio de tropas americanas, contra todas as nações do mundo para trazer um governo mundial único. Antes do ano 2000 alguns conspiracionistas acreditavam que este processo estaria ajustado no movimento pela qual poderia ser iniciado com a prevista crise generalizada do computador de Y2K causando uma desordem social. [52] Após os atentados de 11 de setembro, alguns tornaram-se convictos de que um incidente terrorista mais catastrófico será responsável para desencadear esse processo.
Vigilância pelo complexo industrial
Chip RFID para implante em pessoas comparado a um grão de arroz..
Mão com a posição planejada para a implantação do microchip da RFID…
…Situação da mão imediatamente após o término da operação que introduziu o microchip da RFID. Segundo os evangélicos, o Verichip seria a Marca da Besta mencionada no Apocalipse.Alguns teóricos de conspiração da comunidade cristã fundamentalista acreditam que a Nova Ordem Mundial será feita com a vigilância pelo complexo industrial pelo Anti-Cristo, muitas vezes chamado de "Big Brother", que identifica a vinda do reino de Satanás na Terra com a marca da besta mencionado especificamente no livro do Apocalipse (ver Apocalipse 13:16 ). Porque o sinal da besta está ligado ao ato de "compra e venda", a marca tem sido por diversas vezes considerados idênticos com a cobrança de imposto sobre as vendas, o uso de cartões de Segurança Social, e de código de barras de mercadorias de varejo com marcações UPC (Universal Product Code – Código de Produto Universal). Defensores dessa ideia veem três guias que representariam 666 (Número da Besta) nos códigos de barra e cogitam que as pessoas começariam a ter códigos de barra tatuados na pele, confirmando as profecias. Entretanto, os três guias realmente equivalem a 666. O guia da esquerda significa 6, o do meio 6 e o da direita vale 6. O código não é diferente para as barras da direita e à esquerda, e a posição relativa é muito importante. O número da besta é 666, ele está no código de barras, pelo menos do ponto de vista técnico. O código de barras representa os número de 0 a 9, e como são dois códigos diferentes para cada lado, existem 20 combinações significativas no código UPC. Destas 20, apenas uma segue o padrão "barra, espaço, barra" (101) das barras longas e esta é justamente a que equivale a 6. [53]
Teóricos Atuais têm implicado marcação RFID (Radio-Frequency Identification) também. Afirmam que o Verichip foi desenvolvido como um dispositivo para uso global para identificação de humanos para o propósito do comércio econômico global: a implementação da sociedade global sem dinheiro. Segundo eles, o projeto que usará satélites espiões e também outros aparatos eletrônicos, que serão usados para o policiamento de um estado global totalitário, que foi idealizado para monitorar todos os civis, que usarão o biochip Verichip implantados e programados por um software biométrico universal. [54] Temas relacionados incluem escatologia (último caso) e dispensacionalismo.[55][56][56][57]
"A externalização da Hierarquia"
Nas teorias de conspiração de Alice Bailey (veja acima), um grupo chamado a Grande Fraternidade Branca trabalha nos "planos internos" para supervisionar a transição da humanidade para a Nova Ordem Mundial. Atualmente, os membros deste Hierarquia Espiritual só são conhecidos por poucas pessoas, com quem se comunicam telepaticamente, mas como a necessidade de seu envolvimento pessoal no plano aumenta, haverá um "externalização da Hierarquia" e todas as pessoas que irão saber da sua presença na Terra
Criticas e Ceticismo
Céticos duvidam, entretanto, que a Nova Ordem Mundial seja possível porque todo governo tem seus próprios interesses, além de ser muito egoísta para organizar um grupo único para controlar todas as nações. Críticos das teorias de conspiração da Nova Ordem Mundial, também acusam seus defensores de conspiracismo, isto é, ter uma visão paranóica do mundo que coloca teorias de conspiração centralmente no desenrolar da história, ao invés de forças sociais e económicas. [58]
Além disso, os céticos e criticos, apontam vários erros e contradições nessa teoria:
Afirmam que os teóricos de conspiração negligenciam informações, como as que os Illuminati foram dissolvidos pelo governo da Baviera, em 1785. Não só isso, mas um dos chefes da sociedade, Barão Knigge, era um cristão. Também, é improvável que os objetivos dos Illuminati teriam continuado até aos nossos dias ou que tenham sido anticristãos. De vez em quando grupos vêm tona chamando a si mesmos, ou pretendendo serem, os Illuminati. No entanto, não existem necessariamente conexões entre esses grupos com os originais, os Illuminati de Weishaupt, apenas porque compartilham este nome;
No que diz respeito aos maçons, que são muitas vezes acusados de ser uma sociedade secreta com conexões Satânicas. Contudo, maçons não são Satânicos.
Uma das principais fontes de evidência (para os teóricos da conspiração) de que as sociedades secretas estão conectadas com o governo americano são suas alegações do simbolismo que se acha sobre o dólar americano e o Grande Selo dos Estados Unidos da América. O problema é que alguns símbolos são altamente subjetivos. O símbolo de um único olho-em-um-triângulo (Olho que tudo vê) sobre o dólar americano, oficialmente é dito ser o "olho de Deus" e "para significar ou orientação divina Providência, o símbolo tem suas origens na arte renascentista. No entanto, hoje, esse símbolo parece estar associado ao ocultismo. É usado pelo Ordo Templi Orientis (OTO), um grupo oculto, e aparece no livro escrito por um dos mais famosos ocultistas, Aleister Crowley. Os antigos egípcios utilizavam um símbolo de um só olho para representar o deus Horus. Por isso, cristãos fundamentalistas acusam este símbolo de ser satânico e afirmam que Horus é análogo ao Diabo. Entretanto, segundo a mitologia egípcia Horus não era equivalente do Diabo, mas na verdade lutava contra seu equivalente.
Os conspiracionistas afirmam que os pais fundadores dos EUA foram todos os membros da Maçonaria ligada aos Illuminati e simpatizantes da conspiração da NOM: Benjamin Franklin, John Adams e Thomas Jefferson, que tiveram a tarefa de projetar o Grande Selo, assim, participaram da incorporação dos símbolos "ocultos". No entanto, isto é irrelevante como as suas sugestões foram rejeitadas e símbolos para a concepção final foi realmente contribuído por William Barton ou Charles Thomson em 1782. A pirâmide é utilizada para representar força e resistência e está inacabada, porque os EUA têm vontade contínua de crescimento completo. Trata-se, também, de aludir à fuga dos Israelitas da tirania do Faraó, a quem os pais fundadores comparam simbolicamente a si. "Novus Ordo Seclorum", o escrito em latim sob o pé da pirâmide, traduz como "um novo mundo das idades", e representa o número treze do original treze Colônias da União. Não é, como se afirma, "Nova Ordem Mundial", ou para designar feitiçaria, com o
número 13, respectivamente.
A Grande Pirâmide que aparece na parte de trás do dólar americano é acusada de ser um símbolo ocultista, mas é absurdo usar a afirmação de que a pirâmide é um símbolo oculto como uma base sobre o argumento de que o governo americano também está relacionado com ocultismo e sociedades secretas. [59]
Para os céticos, os teóricos conspiracionistas possuem uma maneira peculiar de pensar por seu treinamento religioso, em particular pelo seu estudo da Bíblia. Na medida em que se torna cada vez mais difícil ver este mundo como projetado para qualquer coisa, as teorias se tornam cada vez mais absurdas para manter viva a ilusão teológica e escatológica.
“Na mente dos paranóicos, os Illuminati tiveram sucesso em seus objetivos e já se infiltraram em todos os governos e todos os aspectos da sociedade. Eles são responsáveis por todo o mal e todo ato injusto onde quer que ocorra; o fato de que absolutamente nenhuma evidência de sua existência possa ser encontrada apenas serve para torná-los mais fortes e mais assustadores. Eles são o demônio oculto, e provavelmente nunca irão desaparecer do mundo das fantasias paranóicas dos teóricos conspiracionistas da direita.” - New England Skeptical Society [60]
A Nova Ordem Mundial(Continuaçao 2 Parte)
(Cronograma)
Há vários eventos que são considerados fundamentais para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial: [20]
• Em 1776, na Baviera os Illuminati foi fundado (1 de Maio de 1776), em Ingolstadt (Alta Baviera) pelo jesuíta Adam Weishaupt (1748-1830),[21] que foi o primeiro professor de estabelecer Direito Canônico na Universidade de Ingolstadt.[22]
• Em 1832, Caveira e Ossos foi fundado na Universidade de Yale.
• Em 1903, a Os Protocolos dos Sábios de Sião foram publicados na Rússia. [23]
• Em 1913, o Ato de Reserva Federal (Federal Reserve Act) foi aprovado, criando o Sistema de Reserva Federal (Federal Reserve System).
• Em 1921, o Council on Foreign Relations foi fundado em Nova York.
• Em 1935, o reverso do Grande Selo dos Estados Unidos da América com o Olho da Providência acima da pirâmide apareceu pela primeira vez na parte de trás da nota um dólar dos EUA.
• Em 1944, o Acordo de Bretton Woods foi assinado, delineando um regime para a economia mundial para o pós-II Guerra Mundial
• Em 1945, as Nações Unidas (ONU) foi criada.
• Em 1954, o Grupo Bilderberg foi fundado.
• Em 1957, a Comunidade Econômica Europeia (Mercado Comum Europeu), foi formado, que em 1992 mudou seu nome para a União Europeia. Atualmente, a UE tem 27 membros, 15 dos quais utilizam uma moeda comum, o euro.
• Em 1963, a Comissão do Codex Alimentarius foi criada pela Organização para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde, mais tarde passa a ser apoiada pela Organização Mundial do Comércio.
• Em 1973, David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski, organizaram a Comissão Trilateral. O Clube de Roma publicou um relatório intitulado "regionalizado e Adaptativo para o Modelo de Sistema Global ", que propõe que o mundo é dividido em dez regiões.• Em 1945, as Nações Unidas criaram a Organização Internacional do Comércio (ITO- International Trade Organization). Em outubro de 1947 um acordo foi alcançado pelo Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT). O grupo foi renomeado a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1995.[24]
• Em 1995 foram criadas as Cartas INWO ( Illuminati New World Order, em portugues: Illuminati Nova Ordem Mundial). Há algumas cartas que possuem fatos que ja aconteceram como a carta "Terrorist Nuke" que fala sobre as torres gemeas do world trade center.
• Em 2001, as torres do World Trade Center e o Pentágono foram atacados por terroristas da al-Qaeda, matando milhares de pessoas. Muitos teóricos de conspiração do 11 de setembro acreditam que eles foram realizados ou apoiados pelo governo dos EUA. Os ataques têm sido relacionados às ideias sobre a Nova Ordem Mundial, por vezes, apresentados como operações psicológicas para assustar os Americanos em ceder as suas liberdades civis para uma autoridade de "segurança interna" que acabará por sua vez no controle dos Estados Unidos ao longo de um "governo mundial.
• Em 2001, o U.S.A. Patriot Act (ato patriótico dos EUA) foi assinado por George W. Bush, o que amplia a autoridade dos EUA na aplicação da lei para o objetivo declarado de combater o terrorismo nos Estados Unidos e no estrangeiro.
• Em 2002, a FDA aprovou a fabricação do implante do microchip (humano) VeriChip. Isso despertou o medo que alguns governos totalitários no futuro possam aplicar a implantação desses chips e, assim, ser uma forma da marca da Besta mencionada no livro do Apocalipse. (Apocalipse 13:16-13:17) [25][26]
• Em 2004, o Força Tarefa Independente sobre a América do Norte, um projeto organizado pelo Conselho de Relações Exteriores propõe a criação, até 2010, de uma comunidade norte-americana econômica e de segurança, geralmente referido como o União Norte Americana. Foi proposto por Robert Pastor, um vice-presidente da Força Tarefa, que a União norte-americana teria uma moeda comum, o amero.[27]
• Em 2007, o presidente dos EUA George W. Bush assinou a lei em vigor a Diretiva Presidencial Segurança Nacional e Segurança Interna que concede-lhe (ao presidente) amplos poderes durante um tempo de "emergência nacional". Esta diretiva concede poderes sem precedentes ao Comandante-em-Chefe das Forças Armadas dos EUA (o presidente), sem qualquer tipo de controles e equilíbrios imperiosos do Congresso dos Estados Unidos.[28]
Ideologias
Há um número de diferentes ideologias relacionadas com esta crença: [29]
Teoria da “Nova Ordem Mundial Benevolente”
H.G. Wells aconselhou em 1940 no seu trabalho A Nova Ordem Mundial, que "… quando a luta parece estar à deriva definitivamente para um mundo da social-democracia, não pode ainda ser muito grandes os atrasos e decepções antes de se tornar um eficiente e beneficente um sistema mundial. Inúmeros… as pessoas vão odiar a nova ordem mundial vai morrer … e protestar contra ele. Quando se tenta avaliar a sua promessa, não [deve] ter em mente o perigo de uma geração ou mais de malcontentes, muitos deles de pessoas de aparência bastante animosas e graciosas. "[30] Ele uniu o esforço de organizar proeminentes intelectuais por trás da ideia de estabelecer um governo mundial, nos seus escritos, que seria de esperar para ter um papel instrumental, na " Conspiração Aberta " (benevolente), seu livro publicado sob esse nome, em 1928.[31]
Teorias conspiratórias não necessariamente negam que existe um movimento bem-intencionados de cidadãos globais que apóia o estabelecimento de um sistema mundial federal para reforçar e democratizar as instituições globais, com a sessão poder constitucional responsável perante os cidadãos do mundo e uma divisão da autoridade internacional entre distintas agências mundiais. No entanto, eles acreditam que este movimento tenha ou venha a ser cooptados pelos comunistas ou pela conspiração dos fascistas para criar uma nova ordem mundial totalitária.
Teoria da "Comunidade de Deus"
Lionel Curtis escreveu em 1938 um livro chamado A Comunidade de Deus em que ele defendia que os Estados Unidos e o Império Britânico conjuntamente devem impor um governo mundial que seria apresentado como sendo a obra de Deus: "Eu sinto que, quando uma vez que a igrejas protestantes tinham aprendido a respeito da criação de uma comunidade mundial como um todo-importante aspecto de seu trabalho na realização do Reino de Deus, uma comunidade internacional no mundo de língua Inglesa viria a ser, em algumas gerações. " [32][33] Curtis fundou o Instituto Real de Assuntos Internacionais, em Junho de 1919. Um ano mais tarde a sua organização irmã, o Council on Foreign Relations, foi formado na América. Alguns teóricos conspiração encontram um significado sinistro no presente.
Teoria da “Nova Ordem Mundial Anti-semita”
Alice A. Bailey, uma Teosofista, uma vez que formou seu próprio grupo, a Escola Misteriosa, em 1923, previu em 1940 a vitória dos Aliados da Segunda Guerra Mundial sobre o Eixo e depois o estabelecimento pelos Aliados de uma "Nova Ordem Mundial "- considerado por ela (como por H.G. Wells) - como uma conspiração benevolente por políticos progressistas que traria a humanidade a um nível mais elevado de civilização. [34] No entanto, em 1997, o Rabino Yonassan Gershom, em um artigo intitulado " Estereótipos Anti-semita nos Escritos de Alice Bailey ", assinalou que o " Plano para a Nova Ordem Mundial " de Bailey apelou " a progressiva dissolução - se novamente, de qualquer maneira possível – da fé dos judeus ortodoxos ", que, segundo ele, indicou que " o seu objetivo é nada menos do que a destruição do judaísmo em si. " [35]Teoria “Conselho de Relações Exteriores”
Patrick J. Buchanan um Paleoconservativo afirma o Conselho de Relações Exteriores – Council on Foreign Relations (que alegava ser uma frente de banqueiros internacionais, bem como, alega-se, a inspiração para a fundação do Clube de Bilderberg, Comissão Trilateral, e Organização Mundial do Comércio) está por trás da conspiração. Ele alega que o interesse de bancos internacionais estão planejando para eventualmente subverter a independência dos Estados Unidos da América por subordinar a soberania nacional para as Nações Unidas.[36][37] Esta tese concorda com o parecer da ala-direita libertária,[38] A conspiração seria substituir uma economia de mercado livre a uma economia planificada monopolista capaz de racionamento de recursos, convertendo populações em propriedade pública.[39] Isso inevitavelmente levaria ao coletivismo burocrático: o Estado controla os meios de produção e da repartição dos recursos, enquanto o excedente ( "lucro") é distribuído entre uma classe dirigente de burocratas, e não entre a classe trabalhadora. Assim, o sistema não seria verdadeiramente capitalista, mas também não é socialista. A sua habitual imagem é de uma igualitária escravidão sob uma ditadura científica mundial.
A teoria Conselho de Relações Exteriores é a mais recente versão da conspiração, opinião teorizadora de que os anglo-americanos de 1900 no Estabelecimento conspiraram para ganhar dominação mundial. Os resultados da investigação do historiador Carroll Quigley, um perito sobre o estabelecimento, foram tomadas pelos escritores de direita para fundamentar este ponto de vista, apesar de ele negar que a Constituição era uma conspiração visando dominação mundial.[40]
Os críticos argumentam o Council on Foreign Relations é, de fato, um mero fórum de debate político. Possui cerca de 3.000 membros, muitos dos planos secretos para ser mantida no seio do grupo. Todo o município faz é patrocinar grupos de discussão, debates e oradores. No que diz respeito de ser secreta, emite relatórios anuais e permite o acesso a seus arquivos históricos. Estudos históricos do município mostram que ela tem um papel muito diferente em toda a estrutura do poder de que é alegado pelos teóricos de conspiração. .[41]
Teoria Apocalíptica cristã que centram-se no Livro do Apocalipse:
Alguns teólogos cristãos evangélicos fundamentalistas incluem um elemento religioso baseado em profecias da Bíblia, incluindo, mas não se limitando a, o livro do Apocalipse, o Livro de Daniel e do Evangelho de João, sobre a vinda do Anti-Cristo à implementação da Nova Ordem Mundial, assim como a subsequente batalha do Armagedom e a Segunda vinda de Cristo. Afirmam que os agentes de Satanás estão envolvidos em enganar a humanidade a aceitar uma ordem internacional demoníaca que Satanás e a Trindade Irreligiosa ( que representa Satanás, anticristo, e o falso profeta na escatologia cristã), no centro de culto. Estas crenças incluem muitas vezes o Milenarismo explícito. Os Illuminati apregoam a iminência da vinda do Anti-Cristo e o fim do mundo.
Para os fundamentalistas cristãos tanto o Antigo como o Novo Testamento advertem que o ponto culminante da história seria marcado pela reunião das nações do antigo Império Romano na Europa; a restauração do estado de Israel (e a crescente hostilidade de todas as nações dirigida a ele); a implementação de um sistema governamental mundial-único; a imposição de um sistema monetário mundial sem dinheiro; o desenvolvimento de uma religião mundial sincretística, baseada no homem, e presidida por um falso profeta; a ascensão ao poder de um ditador mundial benigno, que (uma vez firmemente no controle) eliminaria as liberdades individuais, demonstraria ferocidade e crueldade ferrenhas, e faria de si mesmo objeto de adoração; e a apostasia mundial, juntamente com a perseguição e execução ativa de cristãos fiéis.
Outras ideologias, entretanto, não têm um componente religioso, e vêem o conceito de "serviço Satanás" metaforicamente. Os cristãos preteristas e os críticos argumentam que algumas ou todas as profecias bíblicas relativas ao Juízo Final referem literalmente ou metaforicamente para eventos que já aconteceram no primeiro século depois de Jesus nascer. Em sua opinião, o conceito da "hora final" refere-se ao fim da aliança entre Deus e Israel, e não o fim dos tempos, ou o fim do planeta Terra. Eles argumentam que profecias sobre o Arrebatamento, a contaminação do Templo, a destruição de Jerusalém, o Anticristo, a tribulação, a Segunda vinda de Cristo, e a Última Sentença foram cumpridas no momento ou durante os anos 1070 quando os romanos (e futuro imperador) Tito saquearam Jerusalém e destruíram o templo judaico, colocando um fim permanente aos sacrifícios de animais diários. De acordo com esses críticos, muitas passagens do Novo Testamento indicam aparente com certeza que a segunda vinda de Cristo, e ao final do tempo previsto na Bíblia deviam ter lugar no seio da vida dos discípulos de Jesus: Mat. 10:23, Mat. 16:28, Mat. 24:34, Mat. 26:64, Rom. 13:11-12, 1 Coríntios. 7:29-31, 1 Coríntios. 10:11, Fel.4:5, Tiago 5:8 -9, 1 Ped. 4:7, 1 Jo. 2:18.CONTINUA........NA PROXÍMA POSTAGEM.......
Há vários eventos que são considerados fundamentais para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial: [20]
• Em 1776, na Baviera os Illuminati foi fundado (1 de Maio de 1776), em Ingolstadt (Alta Baviera) pelo jesuíta Adam Weishaupt (1748-1830),[21] que foi o primeiro professor de estabelecer Direito Canônico na Universidade de Ingolstadt.[22]
• Em 1832, Caveira e Ossos foi fundado na Universidade de Yale.
• Em 1903, a Os Protocolos dos Sábios de Sião foram publicados na Rússia. [23]
• Em 1913, o Ato de Reserva Federal (Federal Reserve Act) foi aprovado, criando o Sistema de Reserva Federal (Federal Reserve System).
• Em 1921, o Council on Foreign Relations foi fundado em Nova York.
• Em 1935, o reverso do Grande Selo dos Estados Unidos da América com o Olho da Providência acima da pirâmide apareceu pela primeira vez na parte de trás da nota um dólar dos EUA.
• Em 1944, o Acordo de Bretton Woods foi assinado, delineando um regime para a economia mundial para o pós-II Guerra Mundial
• Em 1945, as Nações Unidas (ONU) foi criada.
• Em 1954, o Grupo Bilderberg foi fundado.
• Em 1957, a Comunidade Econômica Europeia (Mercado Comum Europeu), foi formado, que em 1992 mudou seu nome para a União Europeia. Atualmente, a UE tem 27 membros, 15 dos quais utilizam uma moeda comum, o euro.
• Em 1963, a Comissão do Codex Alimentarius foi criada pela Organização para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde, mais tarde passa a ser apoiada pela Organização Mundial do Comércio.
• Em 1973, David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski, organizaram a Comissão Trilateral. O Clube de Roma publicou um relatório intitulado "regionalizado e Adaptativo para o Modelo de Sistema Global ", que propõe que o mundo é dividido em dez regiões.• Em 1945, as Nações Unidas criaram a Organização Internacional do Comércio (ITO- International Trade Organization). Em outubro de 1947 um acordo foi alcançado pelo Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT). O grupo foi renomeado a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1995.[24]
• Em 1995 foram criadas as Cartas INWO ( Illuminati New World Order, em portugues: Illuminati Nova Ordem Mundial). Há algumas cartas que possuem fatos que ja aconteceram como a carta "Terrorist Nuke" que fala sobre as torres gemeas do world trade center.
• Em 2001, as torres do World Trade Center e o Pentágono foram atacados por terroristas da al-Qaeda, matando milhares de pessoas. Muitos teóricos de conspiração do 11 de setembro acreditam que eles foram realizados ou apoiados pelo governo dos EUA. Os ataques têm sido relacionados às ideias sobre a Nova Ordem Mundial, por vezes, apresentados como operações psicológicas para assustar os Americanos em ceder as suas liberdades civis para uma autoridade de "segurança interna" que acabará por sua vez no controle dos Estados Unidos ao longo de um "governo mundial.
• Em 2001, o U.S.A. Patriot Act (ato patriótico dos EUA) foi assinado por George W. Bush, o que amplia a autoridade dos EUA na aplicação da lei para o objetivo declarado de combater o terrorismo nos Estados Unidos e no estrangeiro.
• Em 2002, a FDA aprovou a fabricação do implante do microchip (humano) VeriChip. Isso despertou o medo que alguns governos totalitários no futuro possam aplicar a implantação desses chips e, assim, ser uma forma da marca da Besta mencionada no livro do Apocalipse. (Apocalipse 13:16-13:17) [25][26]
• Em 2004, o Força Tarefa Independente sobre a América do Norte, um projeto organizado pelo Conselho de Relações Exteriores propõe a criação, até 2010, de uma comunidade norte-americana econômica e de segurança, geralmente referido como o União Norte Americana. Foi proposto por Robert Pastor, um vice-presidente da Força Tarefa, que a União norte-americana teria uma moeda comum, o amero.[27]
• Em 2007, o presidente dos EUA George W. Bush assinou a lei em vigor a Diretiva Presidencial Segurança Nacional e Segurança Interna que concede-lhe (ao presidente) amplos poderes durante um tempo de "emergência nacional". Esta diretiva concede poderes sem precedentes ao Comandante-em-Chefe das Forças Armadas dos EUA (o presidente), sem qualquer tipo de controles e equilíbrios imperiosos do Congresso dos Estados Unidos.[28]
Ideologias
Há um número de diferentes ideologias relacionadas com esta crença: [29]
Teoria da “Nova Ordem Mundial Benevolente”
H.G. Wells aconselhou em 1940 no seu trabalho A Nova Ordem Mundial, que "… quando a luta parece estar à deriva definitivamente para um mundo da social-democracia, não pode ainda ser muito grandes os atrasos e decepções antes de se tornar um eficiente e beneficente um sistema mundial. Inúmeros… as pessoas vão odiar a nova ordem mundial vai morrer … e protestar contra ele. Quando se tenta avaliar a sua promessa, não [deve] ter em mente o perigo de uma geração ou mais de malcontentes, muitos deles de pessoas de aparência bastante animosas e graciosas. "[30] Ele uniu o esforço de organizar proeminentes intelectuais por trás da ideia de estabelecer um governo mundial, nos seus escritos, que seria de esperar para ter um papel instrumental, na " Conspiração Aberta " (benevolente), seu livro publicado sob esse nome, em 1928.[31]
Teorias conspiratórias não necessariamente negam que existe um movimento bem-intencionados de cidadãos globais que apóia o estabelecimento de um sistema mundial federal para reforçar e democratizar as instituições globais, com a sessão poder constitucional responsável perante os cidadãos do mundo e uma divisão da autoridade internacional entre distintas agências mundiais. No entanto, eles acreditam que este movimento tenha ou venha a ser cooptados pelos comunistas ou pela conspiração dos fascistas para criar uma nova ordem mundial totalitária.
Teoria da "Comunidade de Deus"
Lionel Curtis escreveu em 1938 um livro chamado A Comunidade de Deus em que ele defendia que os Estados Unidos e o Império Britânico conjuntamente devem impor um governo mundial que seria apresentado como sendo a obra de Deus: "Eu sinto que, quando uma vez que a igrejas protestantes tinham aprendido a respeito da criação de uma comunidade mundial como um todo-importante aspecto de seu trabalho na realização do Reino de Deus, uma comunidade internacional no mundo de língua Inglesa viria a ser, em algumas gerações. " [32][33] Curtis fundou o Instituto Real de Assuntos Internacionais, em Junho de 1919. Um ano mais tarde a sua organização irmã, o Council on Foreign Relations, foi formado na América. Alguns teóricos conspiração encontram um significado sinistro no presente.
Teoria da “Nova Ordem Mundial Anti-semita”
Alice A. Bailey, uma Teosofista, uma vez que formou seu próprio grupo, a Escola Misteriosa, em 1923, previu em 1940 a vitória dos Aliados da Segunda Guerra Mundial sobre o Eixo e depois o estabelecimento pelos Aliados de uma "Nova Ordem Mundial "- considerado por ela (como por H.G. Wells) - como uma conspiração benevolente por políticos progressistas que traria a humanidade a um nível mais elevado de civilização. [34] No entanto, em 1997, o Rabino Yonassan Gershom, em um artigo intitulado " Estereótipos Anti-semita nos Escritos de Alice Bailey ", assinalou que o " Plano para a Nova Ordem Mundial " de Bailey apelou " a progressiva dissolução - se novamente, de qualquer maneira possível – da fé dos judeus ortodoxos ", que, segundo ele, indicou que " o seu objetivo é nada menos do que a destruição do judaísmo em si. " [35]Teoria “Conselho de Relações Exteriores”
Patrick J. Buchanan um Paleoconservativo afirma o Conselho de Relações Exteriores – Council on Foreign Relations (que alegava ser uma frente de banqueiros internacionais, bem como, alega-se, a inspiração para a fundação do Clube de Bilderberg, Comissão Trilateral, e Organização Mundial do Comércio) está por trás da conspiração. Ele alega que o interesse de bancos internacionais estão planejando para eventualmente subverter a independência dos Estados Unidos da América por subordinar a soberania nacional para as Nações Unidas.[36][37] Esta tese concorda com o parecer da ala-direita libertária,[38] A conspiração seria substituir uma economia de mercado livre a uma economia planificada monopolista capaz de racionamento de recursos, convertendo populações em propriedade pública.[39] Isso inevitavelmente levaria ao coletivismo burocrático: o Estado controla os meios de produção e da repartição dos recursos, enquanto o excedente ( "lucro") é distribuído entre uma classe dirigente de burocratas, e não entre a classe trabalhadora. Assim, o sistema não seria verdadeiramente capitalista, mas também não é socialista. A sua habitual imagem é de uma igualitária escravidão sob uma ditadura científica mundial.
A teoria Conselho de Relações Exteriores é a mais recente versão da conspiração, opinião teorizadora de que os anglo-americanos de 1900 no Estabelecimento conspiraram para ganhar dominação mundial. Os resultados da investigação do historiador Carroll Quigley, um perito sobre o estabelecimento, foram tomadas pelos escritores de direita para fundamentar este ponto de vista, apesar de ele negar que a Constituição era uma conspiração visando dominação mundial.[40]
Os críticos argumentam o Council on Foreign Relations é, de fato, um mero fórum de debate político. Possui cerca de 3.000 membros, muitos dos planos secretos para ser mantida no seio do grupo. Todo o município faz é patrocinar grupos de discussão, debates e oradores. No que diz respeito de ser secreta, emite relatórios anuais e permite o acesso a seus arquivos históricos. Estudos históricos do município mostram que ela tem um papel muito diferente em toda a estrutura do poder de que é alegado pelos teóricos de conspiração. .[41]
Teoria Apocalíptica cristã que centram-se no Livro do Apocalipse:
Alguns teólogos cristãos evangélicos fundamentalistas incluem um elemento religioso baseado em profecias da Bíblia, incluindo, mas não se limitando a, o livro do Apocalipse, o Livro de Daniel e do Evangelho de João, sobre a vinda do Anti-Cristo à implementação da Nova Ordem Mundial, assim como a subsequente batalha do Armagedom e a Segunda vinda de Cristo. Afirmam que os agentes de Satanás estão envolvidos em enganar a humanidade a aceitar uma ordem internacional demoníaca que Satanás e a Trindade Irreligiosa ( que representa Satanás, anticristo, e o falso profeta na escatologia cristã), no centro de culto. Estas crenças incluem muitas vezes o Milenarismo explícito. Os Illuminati apregoam a iminência da vinda do Anti-Cristo e o fim do mundo.
Para os fundamentalistas cristãos tanto o Antigo como o Novo Testamento advertem que o ponto culminante da história seria marcado pela reunião das nações do antigo Império Romano na Europa; a restauração do estado de Israel (e a crescente hostilidade de todas as nações dirigida a ele); a implementação de um sistema governamental mundial-único; a imposição de um sistema monetário mundial sem dinheiro; o desenvolvimento de uma religião mundial sincretística, baseada no homem, e presidida por um falso profeta; a ascensão ao poder de um ditador mundial benigno, que (uma vez firmemente no controle) eliminaria as liberdades individuais, demonstraria ferocidade e crueldade ferrenhas, e faria de si mesmo objeto de adoração; e a apostasia mundial, juntamente com a perseguição e execução ativa de cristãos fiéis.
Outras ideologias, entretanto, não têm um componente religioso, e vêem o conceito de "serviço Satanás" metaforicamente. Os cristãos preteristas e os críticos argumentam que algumas ou todas as profecias bíblicas relativas ao Juízo Final referem literalmente ou metaforicamente para eventos que já aconteceram no primeiro século depois de Jesus nascer. Em sua opinião, o conceito da "hora final" refere-se ao fim da aliança entre Deus e Israel, e não o fim dos tempos, ou o fim do planeta Terra. Eles argumentam que profecias sobre o Arrebatamento, a contaminação do Templo, a destruição de Jerusalém, o Anticristo, a tribulação, a Segunda vinda de Cristo, e a Última Sentença foram cumpridas no momento ou durante os anos 1070 quando os romanos (e futuro imperador) Tito saquearam Jerusalém e destruíram o templo judaico, colocando um fim permanente aos sacrifícios de animais diários. De acordo com esses críticos, muitas passagens do Novo Testamento indicam aparente com certeza que a segunda vinda de Cristo, e ao final do tempo previsto na Bíblia deviam ter lugar no seio da vida dos discípulos de Jesus: Mat. 10:23, Mat. 16:28, Mat. 24:34, Mat. 26:64, Rom. 13:11-12, 1 Coríntios. 7:29-31, 1 Coríntios. 10:11, Fel.4:5, Tiago 5:8 -9, 1 Ped. 4:7, 1 Jo. 2:18.CONTINUA........NA PROXÍMA POSTAGEM.......
Marcadores:
Nova Ordem Mundial Parte 2
A Nova Ordem Mundial
A Nova Ordem Mundial (NOM) é uma Teoria Conspiratória, na qual um grupo poderoso e secreto está planejando dominar o mundo através de um governo mundial único. A Nova Ordem Mundial seria um plano com o objetivo de derrubar governos e reinos do mundo, bem como erradicar em todo o mundo todas as religiões e crenças, para unificar a humanidade sob uma “nova ordem”, que seria baseada em uma ideologia extremamente uniforme, uma moeda única e uma religião universal. Eles querem manipular tudo e todos.
Nesta teoria, ocorrências significativas são ditas que são causadas por um grupo extremamente poderoso e secreto ou vários de grupos interligados. Acontecimentos históricos e atuais são vistos como passos de um curso planejado para governar o mundo principalmente através de uma combinação de políticas financeiras,corrupção política, engenharia social, controle mental, e o medo à base da propaganda (cultura do medo). Uma das variantes da moderna teoria conspiratória da Nova Ordem Mundial seria um plano concebido por Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, que segundo os teóricos ainda existe e continua a perseguir a implementação desta nova ordem. O chamado "processo de globalização" iniciado em finais do século XX a nível mundial, seria uma das muitas facetas do estabelecimento progressivo dessa nova ordem. A teoria de Conspiração da Nova Ordem Mundial pode ser apresentada por qualquer pessoa ou grupo de pessoas que temem a perda da sua liberdade ideológica e liberdades religiosas, sejam eles da extrema-direita ou de extrema-esquerda, bem como por cristãos fundamentalistas, grupos de conservadores e liberais. Essa Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a fusão de muitas ideias paranoicas sobre a natureza da conspiração da Nova Ordem Mundial e da identidade dos seus conspiradores que, no passado, poderia ter sido pensado para ser mutuamente exclusivas.Illuminati: De Inimigos da Igreja a Conspiradores Mundiais.Os Illuminati foram uma sociedade secreta fundada na Baviera em 1776 por Adam Weishaupt, professor universitário. Seu objetivo era disseminar as doutrinas do Iluminismo do século XVIII de igualdade humana e racionalidade, e atraiu um grupo de seguidores considerável, até que foi suprimido pelas autoridades Bávaras em 1785 por supostamente tramar a derrubar a monarquia e religiões de muitos países europeus. Porém, de acordo com os opositores da Revolução Francesa, entre eles o padre Augustin Barruel, os Illuminati não tinham deixado de existir em 1785 mas tinham ido simplesmente para a clandestinidade. Os líderes da Revolução Francesa eram Maçons e Illuminati, ou os agentes deles e seguidores, levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias de Europa e a religião Cristã.
Na metade do século XIX os judeus estavam em vários países começando a ser vistos como o inimigo principal pelas forças de reação e clericalismo baseadas no campo. Este anti-semitismo combinou as ideias medievais do judeu como aliado de Satanás com a ideia da malvada sociedade secreta que manipula eventos políticos, os Maçons seriam simplesmente ferramentas dos judeus.
Foi na Rússia Czarista que o anti-semitismo moderno alcançou sua forma definitiva. O fracasso da revolta de 1905 foi seguido por pogrons oficialmente encorajados e propaganda anti-semítica, notavelmente um documento intitulado Os Protocolos dos Sábios de Sião. De acordo com seu editor Sergei Nilus, um proprietário de terras que se tornou um maníaco religioso depois de perder sua fortuna, este livro consistia nas minutas secretas de uma reunião de líderes judeus para planejar a dominação mundial. O plano envolvia o encorajamento do vício e ateísmo para despolarizar a Europa e o uso de movimentos revolucionários e manipulação financeira para provocar o colapso final de governos nacionais e a substituição deles por um império mundial judeu. Este trabalho, em realidade uma falsificação elaborada pela polícia secreta russa, foi tomado seriamente pelo próprio Czar e logo se tornou um texto preferido da extrema-direita russa.
Na Alemanha a publicação deles deu um impulso considerável ao embrionário partido Nazista. Uma vez que os nazistas culparam o colapso da Alemanha na Primeira Guerra Mundial como uma conspiração de judeus, Maçons e Jesuítas. Os resultados do anti-semitismo na Alemanha significaram que os tipos de ideias tratadas neste artigo acabaram se tornando reservados em grande parte a grupos abertamente nazistas. Porém os últimos anos parecem ter visto um renascimento de teorias de conspiração. Uma fonte disto parece ter sido o conflito entre os tradicionalistas e liberais na igreja católica romana. Os oponentes da reforma na igreja têm em alguns países como a França disseminado propaganda antimaçônica e anti-semítica do tipo do século XIX, e alegam que os Maçons dominaram a Igreja.
Porém a fonte principal de teorias de conspiração modernas é os EUA. Contudo, os Illuminati passam a posteridade com a reputação de terem constituído uma poderosa sociedade anticristã, de essência quase satânica como Barruel sustentava. Foi essa imagem que Dan Brown, em seu romance Anjos e Demônios, habilmente retomou e explorou: seus Illuminati praticavam o racionalismo, culto do segredo, subversão, ódio a Roma e culto a Lúcifer. Para o autor, os Illuminati teriam se infiltrado na Maçonaria, e sem abandonar seu projeto político subversivo, teriam então “utilizado a rede planetária dos maçons para estender sua influência (…) e financiar seu grande objetivo: a formação de uma Nova Ordem Mundial secular baseada na razão científica”. Os Illuminati constituiriam uma sociedade secreta política que tramava na sombra um complô mundial.
Brown afirma que a jovem democracia americana foi eleita terra dos Illuminati. Argumentando com o fato verídico de que George Washington e Benjamin Franklin, pais da nação, eram maçons, dá a entender que poderiam pertencer à confraria secreta. E como prova: a cédula de um dólar conteria muitos de seus símbolos, em particular o Olho que tudo vê e a pirâmide inacabada que mostram a influência da Maçonaria na fundação dos Estados Unidos. Isto recentemente foi dramatizado no filme A Lenda do Tesouro Perdido da Disney. É necessário, contudo, render-se à evidência: as ideias de Weishaupt quase não tiveram eco nos EUA, especialmente depois do fracasso de sua organização. Quanto aos supostos símbolos “maçônico-iluminados”, devem ser postos no contexto da época: no século XVIII, a moda é a egitomania e não é raro ver evocado, aqui e acolá, os tempos das pirâmides. Quanto ao triângulo, antes de constituir um símbolo maçônico, designa, desde a época barroca, não a razão, mas Deus.
Alegados sinais de uma conspiraçãoProponentes da teoria oferecem diversas observações que eles consideram como sendo de apoio à teoria:
Teóricos da conspiração afirmam que existem símbolos judaico-maçônicos no Grande Selo dos EUA.
O 'Olho da Providência' flutuando acima de uma pirâmide inacabada no verso do Grande Selo dos Estados Unidos. Influência dos Illuminati?.Eles apontam para diversos sinais e símbolos maçônicos que se encontram embutidos nos murais no Aeroporto Internacional de Denver [8] ou esculpidos em edifícios públicos (particularmente em Washington DC) ; símbolos supostamente dos Illuminati incorporados no Grande Selo dos Estados Unidos da América com as palavras “Novus Ordo Seclorum” que em latim significa "nova ordem dos séculos”, ou que foi impresso na nota de um dólar a partir de 1935 pelo secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau (filho), sob demanda do então Secretário de Agricultura e futuro Vice-Presidente dos Estados Unidos, Henry A. Wallace, sob a influência de Nicholas Roerich. Alguns veem pentagramas e outras formas supostamente ocultas concebidas no planejamentos de cidades.[9][10]
Alegam que os sinais e os símbolos têm sido encontrados em igrejas protestantes,[11] templos Mórmons da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias,[12] e sobre a roupa de vários clérigos. Os Cavaleiros de Colombo e da Ordem Soberana e Militar de Malta, como na Maçonaria, utilizam muitos desses rituais e símbolos complexos.
Os defensores desta teoria afirmam que algumas pessoas fazem parte da conspiração. A maioria das famílias proeminentes, tais como os Rothschild, os Rockefeller, a família Bush,[13] os Morgan, os Warburg e os Du Pont, monarcas europeus e da família real saudita, o Vaticano e os sionistas estão alegadamente entre os importantes membros. Alguns modernos papas e membros hierarquia da Igreja Católica Romana são também citados e estariam a desempenhar um papel e têm utilizado a expressão Nova Ordem Mundial, em seus discursos: João XXIII,[14] Paulo VI,[15] João Paulo I,[16][17] João Paulo II,[18] e Bento XVI.[19]
Os defensores desta teoria afirmam que muitas organizações internacionais como o Banco Mundial, o FMI, a União Europeia, as Nações Unidas e a OTAN são fundamentais para as organizações da NOM. Presidentes e primeiros-ministros de nações também estão incluídos na teoria. Uma versão alternativa da teoria da Nova Ordem Mundial afirma que essas famílias e as pessoas estão todas relacionadas à mesma linhagem sangue.
Seguidores da teoria da NOM incluem os seguintes grupos suspeitos, de tentar criar uma nova ordem mundial, estes grupos são vistos como parte da frente organização (ões): Comissão Trilateral, Conferência Bilderberg, Council on Foreign Relations, Clube de Roma, Nações Unidas, Projeto para o Novo Século Americano, Federal Reserve Bank, Maçonaria, Igreja Batista, G8, Caveira e Ossos, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Ordem de Malta, CIA. CONTINUA........EM OUTRA POSTAGEM....
Nesta teoria, ocorrências significativas são ditas que são causadas por um grupo extremamente poderoso e secreto ou vários de grupos interligados. Acontecimentos históricos e atuais são vistos como passos de um curso planejado para governar o mundo principalmente através de uma combinação de políticas financeiras,corrupção política, engenharia social, controle mental, e o medo à base da propaganda (cultura do medo). Uma das variantes da moderna teoria conspiratória da Nova Ordem Mundial seria um plano concebido por Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, que segundo os teóricos ainda existe e continua a perseguir a implementação desta nova ordem. O chamado "processo de globalização" iniciado em finais do século XX a nível mundial, seria uma das muitas facetas do estabelecimento progressivo dessa nova ordem. A teoria de Conspiração da Nova Ordem Mundial pode ser apresentada por qualquer pessoa ou grupo de pessoas que temem a perda da sua liberdade ideológica e liberdades religiosas, sejam eles da extrema-direita ou de extrema-esquerda, bem como por cristãos fundamentalistas, grupos de conservadores e liberais. Essa Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a fusão de muitas ideias paranoicas sobre a natureza da conspiração da Nova Ordem Mundial e da identidade dos seus conspiradores que, no passado, poderia ter sido pensado para ser mutuamente exclusivas.Illuminati: De Inimigos da Igreja a Conspiradores Mundiais.Os Illuminati foram uma sociedade secreta fundada na Baviera em 1776 por Adam Weishaupt, professor universitário. Seu objetivo era disseminar as doutrinas do Iluminismo do século XVIII de igualdade humana e racionalidade, e atraiu um grupo de seguidores considerável, até que foi suprimido pelas autoridades Bávaras em 1785 por supostamente tramar a derrubar a monarquia e religiões de muitos países europeus. Porém, de acordo com os opositores da Revolução Francesa, entre eles o padre Augustin Barruel, os Illuminati não tinham deixado de existir em 1785 mas tinham ido simplesmente para a clandestinidade. Os líderes da Revolução Francesa eram Maçons e Illuminati, ou os agentes deles e seguidores, levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias de Europa e a religião Cristã.
Na metade do século XIX os judeus estavam em vários países começando a ser vistos como o inimigo principal pelas forças de reação e clericalismo baseadas no campo. Este anti-semitismo combinou as ideias medievais do judeu como aliado de Satanás com a ideia da malvada sociedade secreta que manipula eventos políticos, os Maçons seriam simplesmente ferramentas dos judeus.
Foi na Rússia Czarista que o anti-semitismo moderno alcançou sua forma definitiva. O fracasso da revolta de 1905 foi seguido por pogrons oficialmente encorajados e propaganda anti-semítica, notavelmente um documento intitulado Os Protocolos dos Sábios de Sião. De acordo com seu editor Sergei Nilus, um proprietário de terras que se tornou um maníaco religioso depois de perder sua fortuna, este livro consistia nas minutas secretas de uma reunião de líderes judeus para planejar a dominação mundial. O plano envolvia o encorajamento do vício e ateísmo para despolarizar a Europa e o uso de movimentos revolucionários e manipulação financeira para provocar o colapso final de governos nacionais e a substituição deles por um império mundial judeu. Este trabalho, em realidade uma falsificação elaborada pela polícia secreta russa, foi tomado seriamente pelo próprio Czar e logo se tornou um texto preferido da extrema-direita russa.
Na Alemanha a publicação deles deu um impulso considerável ao embrionário partido Nazista. Uma vez que os nazistas culparam o colapso da Alemanha na Primeira Guerra Mundial como uma conspiração de judeus, Maçons e Jesuítas. Os resultados do anti-semitismo na Alemanha significaram que os tipos de ideias tratadas neste artigo acabaram se tornando reservados em grande parte a grupos abertamente nazistas. Porém os últimos anos parecem ter visto um renascimento de teorias de conspiração. Uma fonte disto parece ter sido o conflito entre os tradicionalistas e liberais na igreja católica romana. Os oponentes da reforma na igreja têm em alguns países como a França disseminado propaganda antimaçônica e anti-semítica do tipo do século XIX, e alegam que os Maçons dominaram a Igreja.
Porém a fonte principal de teorias de conspiração modernas é os EUA. Contudo, os Illuminati passam a posteridade com a reputação de terem constituído uma poderosa sociedade anticristã, de essência quase satânica como Barruel sustentava. Foi essa imagem que Dan Brown, em seu romance Anjos e Demônios, habilmente retomou e explorou: seus Illuminati praticavam o racionalismo, culto do segredo, subversão, ódio a Roma e culto a Lúcifer. Para o autor, os Illuminati teriam se infiltrado na Maçonaria, e sem abandonar seu projeto político subversivo, teriam então “utilizado a rede planetária dos maçons para estender sua influência (…) e financiar seu grande objetivo: a formação de uma Nova Ordem Mundial secular baseada na razão científica”. Os Illuminati constituiriam uma sociedade secreta política que tramava na sombra um complô mundial.
Brown afirma que a jovem democracia americana foi eleita terra dos Illuminati. Argumentando com o fato verídico de que George Washington e Benjamin Franklin, pais da nação, eram maçons, dá a entender que poderiam pertencer à confraria secreta. E como prova: a cédula de um dólar conteria muitos de seus símbolos, em particular o Olho que tudo vê e a pirâmide inacabada que mostram a influência da Maçonaria na fundação dos Estados Unidos. Isto recentemente foi dramatizado no filme A Lenda do Tesouro Perdido da Disney. É necessário, contudo, render-se à evidência: as ideias de Weishaupt quase não tiveram eco nos EUA, especialmente depois do fracasso de sua organização. Quanto aos supostos símbolos “maçônico-iluminados”, devem ser postos no contexto da época: no século XVIII, a moda é a egitomania e não é raro ver evocado, aqui e acolá, os tempos das pirâmides. Quanto ao triângulo, antes de constituir um símbolo maçônico, designa, desde a época barroca, não a razão, mas Deus.
Alegados sinais de uma conspiraçãoProponentes da teoria oferecem diversas observações que eles consideram como sendo de apoio à teoria:
Teóricos da conspiração afirmam que existem símbolos judaico-maçônicos no Grande Selo dos EUA.
O 'Olho da Providência' flutuando acima de uma pirâmide inacabada no verso do Grande Selo dos Estados Unidos. Influência dos Illuminati?.Eles apontam para diversos sinais e símbolos maçônicos que se encontram embutidos nos murais no Aeroporto Internacional de Denver [8] ou esculpidos em edifícios públicos (particularmente em Washington DC) ; símbolos supostamente dos Illuminati incorporados no Grande Selo dos Estados Unidos da América com as palavras “Novus Ordo Seclorum” que em latim significa "nova ordem dos séculos”, ou que foi impresso na nota de um dólar a partir de 1935 pelo secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau (filho), sob demanda do então Secretário de Agricultura e futuro Vice-Presidente dos Estados Unidos, Henry A. Wallace, sob a influência de Nicholas Roerich. Alguns veem pentagramas e outras formas supostamente ocultas concebidas no planejamentos de cidades.[9][10]
Alegam que os sinais e os símbolos têm sido encontrados em igrejas protestantes,[11] templos Mórmons da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias,[12] e sobre a roupa de vários clérigos. Os Cavaleiros de Colombo e da Ordem Soberana e Militar de Malta, como na Maçonaria, utilizam muitos desses rituais e símbolos complexos.
Os defensores desta teoria afirmam que algumas pessoas fazem parte da conspiração. A maioria das famílias proeminentes, tais como os Rothschild, os Rockefeller, a família Bush,[13] os Morgan, os Warburg e os Du Pont, monarcas europeus e da família real saudita, o Vaticano e os sionistas estão alegadamente entre os importantes membros. Alguns modernos papas e membros hierarquia da Igreja Católica Romana são também citados e estariam a desempenhar um papel e têm utilizado a expressão Nova Ordem Mundial, em seus discursos: João XXIII,[14] Paulo VI,[15] João Paulo I,[16][17] João Paulo II,[18] e Bento XVI.[19]
Os defensores desta teoria afirmam que muitas organizações internacionais como o Banco Mundial, o FMI, a União Europeia, as Nações Unidas e a OTAN são fundamentais para as organizações da NOM. Presidentes e primeiros-ministros de nações também estão incluídos na teoria. Uma versão alternativa da teoria da Nova Ordem Mundial afirma que essas famílias e as pessoas estão todas relacionadas à mesma linhagem sangue.
Seguidores da teoria da NOM incluem os seguintes grupos suspeitos, de tentar criar uma nova ordem mundial, estes grupos são vistos como parte da frente organização (ões): Comissão Trilateral, Conferência Bilderberg, Council on Foreign Relations, Clube de Roma, Nações Unidas, Projeto para o Novo Século Americano, Federal Reserve Bank, Maçonaria, Igreja Batista, G8, Caveira e Ossos, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Ordem de Malta, CIA. CONTINUA........EM OUTRA POSTAGEM....
Assinar:
Postagens (Atom)





